Quando escrevo um poema /
crio outro idioma /código onde o homem não entra /com seus pés sujos da lama do caminho /( terra santa onde o homem não pisa /com os seus (meus também ) pés imundos / Excepção feita à carmelita descalça /por ordem de Santa Terezinha do Menino Jesus /
doutora em santidade de igreja e claustro)/
O riacho corre na terra e pé ante pé lava pé louva a pé arrasta-pé lambe pé de oiti.( O outi é raiz de ti. Radícula).
O arroio Lambe-Pé chora copiosamente ao sopé da montanha - e da montante à jusante
chora e rola no chão. Menino traquinas!
Rio é choro no solo choro alegre com cavaquinho,
puro...puá! - Chuá! - diz a água sem mágoa, mansa - ansata cruz originária de manancial que entra entranha adentro
sem ser estranha, estrangeira.
Água é mansa mesmo em torrente bravia - água é Jesus em mansuetude de ovelha ouvido o balido nas écoglas dos poetas árcades, conjurados, - mineiros na corrida do ouro
tangendo pastorais nas Minas Gerais
das gemas gerais, do ouro preto, bronco, branco ouro, que doura e douro, ouro recoberto pelo amarelo das minas
em seus filões naufragados nos galeões(galeões!) sob um mar de Espanha sepultados em água da terra de Minas Mineral : terra mineral, que bebe e dá à sede água mineral a beber; Minas-terra dos organismos minerais,
em geoglifos nos vegetais, animais e minerais que unifica - no amor de terra e água.
Amor : fogo de fusão, faísca, lampejo, fiat lux, paixão, pathos, pacto no sangue, na concepção que aqui se abre em novo naipe filosófico. Tópico. Minas do homem mineral, solar : no céu abobadado, em arco,
na mão do arqueiro e na terra radicada na abóbora,
nutriz do fruto da aboboreira cuja cor corta a corda do quão se pinta e sulca o desenho. Cabeça de cavaleiro sem cabeça - em terra! - sobre a terra! - a abóbora! - avistada da abóbada?! Minas Mineral do homem solar e telúrico em queda para o girassol que bebe sol e devolve céu
- no carbono que sobe no que respira a planta, alma da Gaia. Peso o pé no que pesa a água que pisa a torre inclinada de Pisa
- campanário ao pé d'água bravia. Sopesa o tombadilho em fuga para um surrealismo em luta
com o diabo dali pesando no pesadelo Íncubos e Súcubos
entre espaços imensos vigiados de torres solitárias no espaço sem olhar algum de dentro para fora: espaço em obras de Giorgio De Chirico que fere de solidão a reciprocidade.
À água e ao pé-d'água
acho o profeta vestido de mariposa aprestado para a revoada. É um pé de água deitado, em amplexo amoroso-caudal com a terra. - Sou eu em soro na orla ribeirinha, o profeta assim João Batista cognominado. O ribeirão é um homem em horizontalidade, homens aos pés, na fluência fluvial, fluminense,
no sono, no sonho, no sexo... Homem horizontal acho o homem no riacho - até que venha o lenho que produz a cruz.
A chuva é outro ser humano na verticalidade, pluvial, em que embarca a barcarola.
O homem é o plano cartesiano em pluviosidade na vertical ao ribeiro:
um pote que bebe as dimensões que a água toma e pensa para concluir que existe na cruz cartesiana que forma o homem em intelecto e razão. O ser aquático-humano meio peixe, metade homem, no deus que encarna em escamas na sereia, centauro d'água.
A mulher é a cruz cartesiana, crucífera onde deita o homem
desde os primeiros vagidos
e mesmo antes, no ventre, e após o apagar da aurora... no movimento que sai do devir e vai, vaivém ao nada empós o nadir. Nadar, nadar, nadar... dicionário
dicionario onomástico onomastico filosófico filosofico científico
cientifico enciclopédico enciclopedico etimológico etimologico
etimologia etimo wikcioná´rio wikcionario wikdicionário wikdicionario
verbete glossário glossario terminologia científica cientifica
nomenclatura binomial terminologia nomenclatura taxononia raxinomia vida
obra biografia pinacoteca historiografia lexic léxico lexicografia
O riacho corre na terra e pé ante pé lava pé louva a pé arrasta-pé lambe pé de oiti.( O outi é raiz de ti. Radícula).
O arroio Lambe-Pé chora copiosamente ao sopé da montanha - e da montante à jusante(jusante!)
chora e rola no chão. Menino traquinas!
Rio é choro no solo choro alegre com cavaquinho,
puro...puá! - Chuá! - diz a água sem mágoa, mansa - ansata cruz originária de manancial que entra entranha adentro
sem ser estranha, estrangeira.
Água é mansa mesmo em torrente bravia - água é Jesus em mansuetude de ovelha ouvido o balido nas écoglas dos poetas árcades, conjurados, - mineiros na corrida do ouro
tangendo pastorais nas Minas Gerais
das gemas gerais, do ouro preto, bronco, branco ouro, que doura e douro, ouro recoberto pelo amarelo das minas
em seus filões naufragados nos galeões sob um mar de Espanha sepultados em água da terra de Minas Mineral : terra mineral, que bebe e dá à sede água mineral a beber; Minas-terra dos organismos minerais,
em geoglifos nos vegetais, animais e minerais que unifica - no amor de terra e água.
Amor : fogo de fusão(fusão!), faísca, lampejo, fiat lux, paixão, pathos, pacto no sangue, na concepção que aqui se abre em novo naipe filosófico. Tópico. Minas do homem mineral, solar : no céu abobadado, em arco,
na mão do arqueiro e na terra radicada na abóbora,
nutriz do fruto da aboboreira cuja cor corta a corda do quão se pinta e sulca o desenho. Cabeça de cavaleiro sem cabeça - em terra! - sobre a terra! - a abóbora! - avistada da abóbada?! Minas Mineral do homem solar e telúrico em queda para o girassol que bebe sol e devolve céu
- no carbono que sobe no que respira a planta, alma da Gaia. Peso o pé no que pesa a água que pisa a torre inclinada de Pisa
- campanário ao pé d'água bravia. Sopesa o tombadilho em fuga para um surrealismo em luta
com o diabo dali pesando no pesadelo Íncubos e Súcubos
entre espaços imensos vigiados de torres solitárias no espaço sem olhar algum de dentro para fora: espaço em obras de Giorgio De Chirico que fere de solidão a reciprocidade.
À água e ao pé-d'água
acho o profeta vestido de mariposa aprestado para a revoada. É um pé de água deitado, em amplexo amoroso-caudal com a terra. - Sou eu em soro na orla ribeirinha, o profeta assim João Batista cognominado. O ribeirão é um homem em horizontalidade, homens aos pés, na fluência fluvial, fluminense,
no sono, no sonho, no sexo... Homem horizontal acho o homem no riacho - até que venha o lenho que produz a cruz.
A chuva é outro ser humano na verticalidade, pluvial, em que embarca a barcarola.
O homem é o plano cartesiano em pluviosidade na vertical ao ribeiro:
um pote que bebe as dimensões que a água toma e pensa para concluir que existe na cruz cartesiana que forma o homem em intelecto e razão. O ser aquático-humano meio peixe, metade homem, no deus que encarna em escamas na sereia, centauro d'água.
A mulher é a cruz cartesiana, crucífera onde deita o homem
desde os primeiros vagidos
e mesmo antes, no ventre, e após o apagar da aurora... no movimento que sai do devir e vai, vaivém ao nada empós o nadir. dicionário
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O riacho corre na terra e pé ante pé lava pé louva a pé arrasta-pé lambe pé de oiti.( O outi é raiz de ti. Radícula).
O arroio Lambe-Pé chora copiosamente ao sopé da montanha e da montante à jusante
chora e rola no chão. Menino traquinas!
Rio é choro no solo choro alegre com cavaquinho,
puro...puá! - Chuá! - diz a água sem mágoa, mansa - ansata cruz originária de manancial que entra entranha adentro
sem ser estranha, estrangeira. ( Água é mansa mesmo em torrente bravia - água é Jesus em mansuetude de ovelha ouvido o balido nas écoglas dos poetas árcades, conjurados, - mineiros na corrida do ouro
tangendo pastorais nas Minas Gerais
das gemas gerais, do ouro preto, bronco, branco ouro, que doura e douro, ouro recoberto pelo amarelo das minas
em seus filões naufragados nos galeões sob um mar de Espanha sepultados em água da terra de Minas Mineral : terra mineral, que bebe e dá à sede água mineral a beber; Minas-terra dos organismos minerais,
em geoglifos nos vegetais, animais e minerais que unifica - no amor de terra e água.
Amor : fogo de fusão, faísca, lampejo, fiat lux, paixão, pathos, pacto no sangue, na concepção que aqui se abre em novo naipe filosófico. Tópico. Minas do homem mineral, solar : no céu abobadado, em arco,
na mão do arqueiro e na terra radicada na abóbora,
nutriz do fruto da aboboreira cuja cor corta a corda do quão se pinta e sulca o desenho. Cabeça de cavaleiro sem cabeça - em terra! Minas Mineral do homem solar e telúrico em queda para o girassol que bebe sol e devolve céu
- no carbono). Peso o pé no que pesa a água que pisa a torre inclinada de Pisa
- campanário ao pé d'água bravia. Sopesa o tombadilho em fuga para um surrealismo em luta
com o diabo dali pesando no pesadelo Íncubos e Súcubos
entre espaços imensos vigiados de torres solitárias no espaço sem olhar algum de dentro para fora: espaço em obras de Giorgio De Chirico que fere de solidão a reciprocidade.
À água e ao pé-d'água
acho o profeta vestido de mariposa aprestado para a revoada. É um pé de água deitado, em amplexo amoroso-caudal com a terra. - Sou eu em soro na orla ribeirinha. O ribeirão é um homem em horizontalidade, na fluência fluvial, fluminense,
no sono, no sonho, no sexo, A chuva é outro ser humano na verticalidade pluvial em que embarca a barcarola. O homem é o plano cartesiano em pluviosidade e vice-versa no horizonte fluvial para ribeiro:
um pote que bebe as dimensões que a água toma. O ser aquático-humano meio peixe, metade homem, no deus que encarna em escamas na sereia.
A mulher é a cruz cartesiana, crucífera (crucífera!) onde deita o homem
desde os primeiros vagidos
e mesmo antes, no ventre, e após o apagar da aurora... no movimento que sai do devir. dicionário
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Nossa história está num fio de tempo. Fiada, desfiada. Fiado no tempo nosso corpo para arresto(arresto!), penhor de dor, sequestro de templários.
Há pouco minha avó materna pranteava, carpia a morte de minha tia, sua filha mais velha e perdia pouco e pouco a vontade de seguir na vida :
corrente contra a força da morte.
Morreu logo depois de dois fios de lua.
Somos e existimos anasalados neste fio de vida onde estamos presos pela respiração a prantear e pratear o cordão que nos une umbilicalmente à atmosfera
da mãe Gaia, enquanto avós, mães, pais, irmãos, enamorados,
cônjuges, amantes, amigos...enfim, encontramo-nos neste fio vida que nos conduz à luz esmaecida das cidades armadas em ciladas com silos e cílios feminis numa das condições acima predicadas ou em outras não arroladas em verso. Esse fio de vida breve é que estende a memória e nos lembra o encontro nunca marcado nem com cartas marcadas que poderia não ocorrer ou cujo poderio seria o de inocorrer ao invés de acontecer por viés
- dez a dez entre anéis de Saturno na melodia que mela a abelha com sápido mel.
Por um fio sempre esteve e está minha vida... - a vida, enfim! : por um fio de prata, a consonar com o gosto dos místicos,
um fio de cobre - que cobre o campo elétrico e eletromagnético no qual estou imerso e atravessado por inúmeras fiações a fiar as ações monções, cacões, gibões...?
Sei que algum dia não preconizado, vaticinado, arrevesado,
hei-de perder o fio - da meada! Então o sol se apagará no carvão sem brasa e a noite tardia a passo lento de macróbio cansado ouvirá em silêncio bruto o imóvel que não motiva a pedra escurecida pela falta da brisa
a oxidar as narinas que deitou ao solo o oboé do oboísta em idade provecta - quedo no solo feio um arcanjo decaído - sem sopro soprano daquele que soprando, em Soprana, Piemonte, expirava o espírito
- em melodia e ritmo e harmonia
de sábio : o homem, sápido e vivo que carregava a sapidez com a vida não em cruzes para túmulos cristãos, caravelas nos mares oceanos, bandeiras e símbolos templários, ruas encruzilhadas, avião no céu,
asas abertas ao gavião, num cruz-credo de crucíferas chãs em solo de contraponto, mas em luzes para trançar o xadrez de estrelas brancas com as trevas noturnas.
O triunfo da morte
vai passar a fio de espada toda vida de Abel ferida por Caim, estigma pintado em crônica, opus Brueghel, o velho.
Sem desvanecimento
deixo o oboé, aos noventa e seis anos de vida, ao primeiro sopro do oboísta que ama a vida - esta enamorada soprano soprando bolhas ao vento menino à brisa menina tecendo louvaminhas ao louva-a-adeus
e não ao que louva as minhas composições musicais escritas para ar e outros gases nobres, pobres e podres no flatos, presentes apenas na geometria que dá o ser - ao filósofo ( alma penada que pensa). dicionário
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Ao ler em imagens Garrincha e a bola estas entidades me remetem aos Diálogos de Platão, mormente "O Banquete" ( O Banquete oferecido por Platão a Eros, o deus que representa e é a fonte do amor sensual e da doutrina do sensualismo) que passa numa esfera do mito da androginia separadas por Eros. Garrincha e a bola não é um par mas uma unidade andrógina que foi separada para o bem dos deuses que se sentiam ameaçados por uma unidade que criava e não necessitava de nada, nem de deuses, porquanto detinham poder para criar outro mundo tal qual o par de deuses primordiais formado por Gaia e Urano, sendo que Gaia sozinha gerou Urano. Esta linguagem conceptual da mitologia grega aberta pelo "logos" somente foi reaberta nos vernáculos pela psicanálise(psicanálise!)de Freud que a bebeu nas fontes dos Diálogos de Platão, o qual cita o gênio de Aristófanes, Sócrates, Hesíodo, e a sabedoria espiritual de Diotima para tecer o amor ou Eros na forma da filosofia grega que atingiu em cheio a psicanálise e a recriou sob outro contexto filosófico-científico, com inovador arcabouço teórico. Há um diálogo platônico recorrente entre o platô da filosofia de Platão e a ciência chá da psicanálise, que até hoje, devida à sua emancipação, não logrou estar elencada entre as ciências, porquanto extravasou limites impostos pela mediocridade, já exposta na ética de Aristóteles, quiçá o primeiro a apregoar a mediania em tudo ou quase assim.
O homem é o diálogo entre vivos e mortos pelos signos dos livros e outros ritos antigos, redondos no anel, esféricos na bola, esferóides nas equações que são esferóides. Vá que sejam amuletos contigo,
sortilégios comigo!? O diálogo vivo é uma anel de serpente viva, no amplexo consigo mesmo , amplexo de vida e morte na peçonha e no remédio da farmacopéia, no encontro de engenharia química : assim é a vida em movimento circular,
circunferência na inerência que se entorta na esfera graças à força da gravidade que toca as cordas do violoncelo com um violoncelista de pernas tortas, gravetos do sertão tão-tão-João-joão!
Ser humano com distrofia física,
no jargão médico era Garrincha;
homem de coluna e alma reta
na meta que mirava ou minava Garrincha
o ser em pasto posto em pássaro do semi-árido : alma-de-bola, alma-da-bola, alma gabola, ou bola n'alma ( minh'alma é um quasar sem azar, mas azado) sem gato ou sapato : chuteiras rotas nas rotas das derrotas e da Vitória Alada de Samotrácia
nas escadarias do Museu do Louvre,
Pinacoteca em Paris, parida, parricida...(parricida!)
( Garrincha não era bem um homem, na acepção do termo para adulto, mas um quase quasar de anjo púbere manejando o banjo pela bola;: manejando o banjo de Manoel
em Manuelinas Ordenações emancipadas
dos reis de Copas, seus pajens e escudeiros reais, em Suas Majestades para reger as Vanidades, deusas de Paus, rainhas e tigresas de papel papal!)
Ao se ler Nietzsche
não se lê o homem,
nem se estabelece na beleza com um diálogo com o homem, porém com a presença do ser no tempo da leitura do filólogo-filósofo no seu tempo de ser concebido, entrevisto, grafado, e, no entanto, semi-cognoscível. ( A garrincha arranha a aranha do canto; Garrincha garrancha a garatuja do drible um garrancho sem arranjo da garabulha, garabulho, garavunha, no arrasto geométrico euclidiano. A ginga, o gingado, o samba,
a capoeira ao pé da chuteira que esquece o passe privilegia o drible leva a bola ao êxtase - sem uso de droga).
Não se lê o homem, que é um complexo, torcido pela gravidade,
mas o ser imerso que emerge do homem que não é simples no anacoreta individuado, porém complexo entidade, no emaranhado coletivo, em jângal inexplorado, o qual está sempre em presença, sem encarnação ou reencarnação,
no tempo que queima o ser que reina na república democrática ou na monarquia absoluta ( formas de governo, dietas, regimes, sob os quais nos subjugam pela vigência da violência das leis dos reis e congressos, parlamentos :
Ordenações Afonsinas ( que sina!), Manuelinas, Filipinas, são tudo uma gestão de palavras
encadeadas em concepções prisioneiras do silogismo ou lógica loquaz do político que melhor mente ao povo parvo ) que, inobstante, luta sem luvas,
na contradição do bumerangue, contra o obsoleto no gueto e na cúpula que copula a favor do favo na cornucópia vegetal que tudo nutre
no úbere de onde corre livre rio em riso de leite e mel no anel do sangue em mar rubiáceo, pérolas negras na dor do nadador e da ostra nada ostrogoda. Rúbia peregrina, peregrina nas águas
do mar vermelho tinto - das rubiáceas!
( A garrincha derramava o canoro no foro íntimo do vento; o Garrincha desmantelava o João-de-Barro).
Enquanto vir, assomar, seu ser à janela ( ela aparece à janela do ser
aberto abeto em lugar do luar, "Abies alba!"),
sua imagem no mar... - sei que estará viva, pois o tempo é uma fogueira e o ser da bruxa queimada pela inquisição natural, a qual se reúne em tribunal de nato ofício para bater o martelo das bruxas
e queimar o mar de Omã,
rasgar o mar de Cortez, arrefecer de vez, até a morte por "hipotermia", a corrente oceânica de Humboldt.
( A garrincha cisca; o Garrincha ciscava, criava um cisma, cismava junto ao corpo cálido
da amante cantante que derramava o cântaro - do canto mavioso no samba de voz roufenha, sob coqueiro , lua e rio em cachoeira em cantata - tocada pela fuga em ré maior que Buxtehude retirou do limbo
e Bach requintou).
A Inquisição espanhola de Torquemada, Tomás Torquemada!, no inato ofício que ofende a fenda à frincha, que incha, guincha, garrincha, Garrincha... - um diálogo rotundo rodando na dialética esferóide
que quiçá só no solo da bola que marola
sabe à obediência marinha devida a um rei da bola... Ora, bolas!
- um soberano em fuga para a equação esférica!, universo em um diálogo matemático com a gravidade de um violoncelo a vibrar cordas, senos, co-senos, se não a tocar-se nos dedos do violoncelista em transe.
Transeunte. Transeunte o ser em diálogo com a esfera : Garrincha das sete pernas!, figura arcangélica se gelo em degelo fosse fosco com sete asas fragorosas, querubim, serafim... Será o fim da cambaxirra em "cambagem"?!
Seria o fim da garrinchinha, ainda extante? Corruíra? Curruíra? - o pássaro canoro empós o homem e o artista do drible que fez cantar o poeta em baladas e gestas gentis, indo do Indo lírico ao épico homérico?! Ora,ora,ora! : garrincha canta no campo; Garrincha no campo dançava ou tirava para dançar!... Ah! "Tirava!", João! (Guimarães Rosa!)!
Garrincha fez o diálogo com a bola, foi o gênio, o poeta da bola,
o engenho lúdico; Pelé foi o gênio lúcido do futebol, uma espécie de sardônico "Luciano", muscular, obviamente, a rir na sátira Menipéia, junto a Varrão, da estupidez humana em seu campo de atuação,
literalmente!; Pelé foi o sábio, o doutor em futebol,
o primeiro atleta daquele esporte, o primeiro atleta fora do atletismo olímpico.
Pelé hoje é um macróbio na acepção de idade avançada, mas não para designar o autor romano cujas obras os monges amanuenses,
nos mosteiros, trouxeram aos nossos tempos graças ao seu labor de copistas, para a humanidade - gasta e desgastada por governos de homens (indivíduos) já inúteis há séculos ou milênios chineses, indianos, egípcios...
mas no poder eterno!... Arre! - suas bestas poderosas! ( Ínsitas até no Apocalipse! - Suas quatro bestas montadas e a besta de muitos chifres!).
O diálogo longo com a bola do menino ( a bola sempre é e será do menino!)
ultrapassa o passe, a terra, a atmosfera, a fera que suja por dentro o homem e a mulher com excremento, e o universo inteiro, pois o maior vencedor é o grande amador que venceu o Minotauro no interior de seu labirinto
- por um fio! Um fio da mulher amada, e que ama muito, - Ariadne (" Fio de Ariadne"!, mas não me fio em Ariadne, a mulher a caminho no mar da ilha de Naxos, com velas pretas no navio, a qual estendeu esse amor
na forma de fio (novelo de linha) para guiar o bem-amado para fora do labirinto e matar à luz a temível fera. Contudo, Teseu não amava Ariadne e a deixou a Dionísio, o deus Baco de Roma, na malfadada ilha de Naxos.
( Naxos não é nexos, mas foi lá que Baco manteve relações sexuais com Ariadne, após Teseu a abandonar na ilha até a pé ela receber em vida a coroa cravejada de pedras peciosas e em morte a Corona Borealis).). O vencedor é aquele que venceu a si mesmo no Minotauro que era num labirinto perdido sem espelho para Narciso, até que a amada o despertou de um sono e sonho profundos e improfícuos ao assinalar-lhe com uma luz
no fim do túnel - de onde surge uma criança mais bela que o universo - porque a criança é o amor de Deus dado como presente pelo amor dos dois : quando criados macho e fêmea!
Marcha o macho para a fêmea;
marcha a fêmea para o macho. Marcham. Se marcham! E como marcham! Ávidos.
Para a bola marchava Garrincha, mas a bola não marcha, tampouco sai atrás de uma marchinha de carnaval composra9compota?) por Lamartine Babo,
mas pode ser marchetada por Pelé no âmbito do pé - de moleque. Pé de moleque é doce : pé-de-moleque(no léxico); um pé de moleque no chão é rasto de Saci-Pererê, rasto histórico, imaginário, que talvez tenha virado ( antípodas!) "arrastão".Não?
Todavia, se for dois pés de moleque já se pode dizer que é o rastro de um filho do Brasil, que são inúmeros, inclusive eu, que não deixo rastro de meus pés nem deixei quando era moleque, porque, quiçá, seja nefelibata inveterado
- e de bata.
Garrincha, Garrincha e seu pé de moleque : o pé-de-moleque doce, dulcíssimo para o futebol brasileiro, no braseiro da mãe-preta, no vegetal da mata nativa : a mata Atlântica. Pau-brasil, abrasivo, abrasado,
na brasa ainda ardendo no borralho. Pau-de-tinta, natural e cultural... ( Pau-brasil("Caesalpinia echinata Lam.". Na língua indígena: Arabutã, ibirapiranga, ibirapitanga, ibirapitá, orabutã...)). Garrincha, não obstante, era de outro pau : de Pau Grande, no Tio de Janeiro, fevereiro... mas não se fala do falo, nem tampouco de sua dimensão.
(Excerto
do ensaio em verso xadrez : " O Livro Plantado entre Platão e a
Psicanálise, Um Esboço de Ensaio dos Diálogos entre Platão e Freud,
Para Além da Vida e da Morte"). dicionário
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obra biografia pinacoteca historiografia lexic léxico lexicografia
O homem é o diálogo entre vivos e mortos pelos signos dos livros e outros ritos antigos, redondos no anel, esféricos na bola, esferóides nas equações que são esferóides. Vá que sejam amuletos contigo,
sortilégios comigo!? ( O diálogo vivo é uma anel de serpente viva, no amplexo consigo mesmo , amplexo de vida e morte na peçonha e no remédio da farmacopéia, no encontro de engenharia química : assim é a vida em movimento circular,
circunferência na inerência que se entorta na esfera graças à força da gravidade que toca as cordas do violoncelo com um violoncelista de pernas tortas, gravetos do sertão tão-tão-João-joão!
Ser humano com distrofia física,
no jargão médico era Garrincha;
homem de coluna e alma reta
na meta que mirava ou minava Garrincha
o ser em pasto posto em pássaro do semi-árido : alma-de-bola, alma-da-bola, alma gabola, ou bola n'alma sem gato ou sapato : chuteiras rotas nas rotas das derrotas e da Vitória Alada de Samotrácia
nas escadarias do Museu do Louvre,
Pinacoteca em Paris, parida, parricida...
( Garrincha não era bem um homem, na acepção do termo para adulto, mas um quase quasar de anjo púbere manejando o banjo pela bola;: manejando o banjo de Manoel
em Manuelinas Ordenações emancipadas
dos reis de Copas, seus pajens e escudeiros reais, em Suas Majestades para reger as Vanidades, deusas de Paus, rainhas e tigresas de papel papal!)
Ao se ler Nietzsche
não se lê o homem,
nem se estabelece na beleza com um diálogo com o homem, porém com a presença do ser no tempo da leitura do filólogo-filósofo no seu tempo de ser concebido, entrevisto, grafado, e, no entanto, semi-cognoscível. ( A garrincha arranha a aranha do canto; Garrincha garrancha a garatuja do drible um garrancho sem arranjo da garabulha, garabulho, garavunha, no arrasto geométrico euclidiano. A ginga, o gingado, o samba,
a capoeira ao pé da chuteira que esquece o passe privilegia o drible leva a bola ao êxtase - sem uso de droga).
Não se lê o homem, que é um complexo, torcido pela gravidade,
mas o ser imerso que emerge do homem que não é simples no anacoreta individuado, porém complexo entidade, no emaranhado coletivo, em jângal inexplorado, o qual está sempre em presença, sem encarnação ou reencarnação,
no tempo que queima o ser que reina na república democrática ou na monarquia absoluta ( formas de governo, dietas, regimes, sob os quais nos subjugam pela vigência da violência das leis dos reis e congressos, parlamentos :
Ordenações Afonsinas ( que sina!), Manuelinas, Filipinas, são tudo uma gestão de palavras
encadeadas em concepções prisioneiras do silogismo ou lógica loquaz do político que melhor mente ao povo parvo ) que, inobstante, luta sem luvas,
na contradição do bumerangue, contra o obsoleto no gueto e na cúpula que copula a favor do favo na cornucópia vegetal que tudo nutre
no úbere de onde corre livre rio em riso de leite e mel no anel do sangue em mar rubiáceo, pérolas negras na dor do nadador e da ostra nada ostrogoda. Rúbia peregrina, peregrina nas águas
do mar vermelho tinto - das rubiáceas!
( A garrincha derramava o canoro no foro íntimo do vento; o Garrincha desmantelava o João-de-Barro).
Enquanto vir, assomar, seu ser à janela ( ela aparece à janela do ser
aberto abeto em lugar do luar, "Abies alba!"),
sua imagem no mar... - sei que estará viva, pois o tempo é uma fogueira e o ser da bruxa queimada pela inquisição natural, a qual se reúne em tribunal de nato ofício para bater o martelo das bruxas
e queimar o mar de Omã,
rasgar o mar de Cortez, arrefecer de vez, até a morte por "hipotermia", a corrente oceânica de Humboldt.
( A garrincha cisca; o Garrincha ciscava, criava um cisma, cismava junto ao corpo cálido
da amante cantante que derramava o cântaro - do canto mavioso no samba de voz roufenha, sob coqueiro , lua e rio em cachoeira em cantata - tocada pela fuga em ré maior que Buxtehude retirou do limbo
e Bach requintou).
A Inquisição espanhola de Torquemada, Tomás Torquemada!, no inato ofício que ofende a fenda à frincha, que incha, guincha, garrincha, Garrincha... - um diálogo rotundo rodando na dialética esferóide
que quiçá só no solo da bola que marola
sabe à obediência marinha devida a um rei da bola... Ora, bolas!
- um soberano em fuga para a equação esférica!, universo em um diálogo matemático com a gravidade de um violoncelo a vibrar cordas, senos, co-senos, se não a tocar-se nos dedos do violoncelista em transe.
Transeunte. Transeunte o ser em diálogo com a esfera : Garrincha das sete pernas!, figura arcangélica se gelo em degelo fosse fosco com sete asas fragorosas, querubim, serafim... Será o fim da cambaxirra em "cambagem"?!
Seria o fim da garrinchinha, ainda extante? Corruíra? Curruíra? - o pássaro canoro empós o homem e o artista do drible que fez cantar o poeta em baladas e gestas gentis, indo do Indo lírico ao épico homérico?! Ora,ora,ora! : garrincha canta no campo; Garrincha no campo dançava ou tirava para dançar!... Ah! "Tirava!", João! (Guimarães Rosa!)!
Garrincha fez o diálogo com a bola, foi o gênio, o poeta da bola,
o engenho lúdico; Pelé foi o gênio lúcido do futebol, uma espécie de sardônico "Luciano", muscular, obviamente, a rir na sátira Menipéia, junto a Varrão, da estupidez humana em seu campo de atuação,
literalmente!; Pelé foi o sábio, o doutor em futebol,
o primeiro atleta daquele esporte, o primeiro atleta fora do atletismo olímpico.
Pelé hoje é um macróbio na acepção de idade avançada, mas não para designar o autor romano cujas obras os monges amanuenses,
nos mosteiros, trouxeram aos nossos tempos graças ao seu labor de copistas, para a humanidade - gasta e desgastada por governos de homens (indivíduos) já inúteis há séculos ou milênios chineses, indianos, egípcios...
mas no poder eterno!... Arre! - suas bestas poderosas! ( Ínsitas até no Apocalipse! - Suas quatro bestas montadas e a besta de muitos chifres!).
O diálogo longo com a bola do menino ( a bola sempre é e será do menino!)
ultrapassa o passe, a terra, a atmosfera, a fera que suja por dentro o homem e a mulher com excremento, e o universo inteiro, pois o maior vencedor é o grande amador que venceu o Minotauro no interior de seu labirinto
- por um fio! Um fio da mulher amada, e que ama muito, - Ariadne (" Fio de Ariadne"!, mas não me fio em Ariadne, a mulher a caminho no mar da ilha de Naxos, com velas pretas no navio, a qual estendeu esse amor
na forma de fio (novelo de linha) para guiar o bem-amado para fora do labirinto e matar à luz a temível fera. Contudo, Teseu não amava Ariadne e a deixou a Dionísio, o deus Baco de Roma, na malfadada ilha de Naxos.
( Naxos não é nexos, mas foi lá que Baco(Baco!) manteve relações sexuais com Ariadne, após Teseu a abandonar na ilha até a pé ela receber em vida a coroa cravejada de pedras preciosas e em morte a Corona Borealis).). O vencedor é aquele que venceu a si mesmo no Minotauro que era num labirinto perdido sem espelho para Narciso, até que a amada o despertou de um sono e sonho profundos e improfícuos ao assinalar-lhe com uma luz
no fim do túnel - de onde surge uma criança mais bela que o universo - porque a criança é o amor de Deus dado como presente pelo amor dos dois : quando criados macho e fêmea!
Marcha o macho para a fêmea;
marcha a fêmea para o macho. Marcham. Se marcham! E como marcham! Ávidos.
Para a bola marchava Garrincha, mas a bola não marcha, tampouco sai atrás de uma marchinha de carnaval composra9compota?) por Lamartine Babo,
mas pode ser marchetada por Pelé no âmbito do pé - de moleque. Pé de moleque é doce : pé-de-moleque(no léxico); um pé de moleque no chão é rasto de Saci-Pererê, rasto histórico, imaginário, que talvez tenha virado ( antípodas!) "arrastão".Não?
Todavia, se for dois pés de moleque já se pode dizer que é o rastro de um filho do Brasil, que são inúmeros, inclusive eu, que não deixo rastro de meus pés nem deixei quando era moleque, porque, quiçá, seja nefelibata inveterado
- e de bata.
Garrincha, Garrincha e seu pé de moleque : o pé-de-moleque doce, dulcíssimo para o futebol brasileiro, no braseiro da mãe-preta, no vegetal da mata nativa : a mata Atlântica. Pau-brasil, abrasivo, abrasado, na brasa ainda ardendo no borralho. Pau-de-tinta, natural e cultural... ( Pau-brasil("Caesalpinia echinata Lam.". Na língua indígena: Arabutã, ibirapiranga, ibirapitanga, ibirapitá, orabutã...)).
Garrincha, não obstante, era de outro pau : de Pau Grande, no Rio de Janeiro(Maracanã!), fevereiro... mas não se fala do falo, nem tampouco de sua dimensão.
O homem é o diálogo entre vivos e mortos pelos signos dos livros e outros ritos antigos, redondos no anel, esféricos na bola, esferóides nas equações que são esferóides. Vá que sejam amuletos contigo,
sortilégios comigo!? ( O diálogo vivo é uma anel de serpente viva, no amplexo consigo mesmo , amplexo de vida e morte na peçonha e no remédio da farmacopéia, no encontro de engenharia química : assim é a vida em movimento circular,
circunferência na inerência que se entorta na esfera graças à força da gravidade que toca as cordas do violoncelo com um violoncelista de pernas tortas, gravetos do sertão tão-tão-João-joão!
Ser humano com distrofia física,
no jargão médico era Garrincha;
homem de coluna e alma reta
na meta que mirava ou minava Garrincha
o ser em pasto posto em pássaro do semi-árido : alma-de-bola, alma-da-bola, alma gabola, ou bola n'alma sem gato ou sapato : chuteiras rotas nas rotas das derrotas e da Vitória Alada de Samotrácia
nas escadarias do Museu do Louvre,
Pinacoteca em Paris, parida, parricida...(parricida!)
( Garrincha não era bem um homem, na acepção do termo para adulto, mas um quase quasar de anjo púbere manejando o banjo pela bola;: manejando o banjo de Manoel
em Manuelinas Ordenações emancipadas
dos reis de Copas, seus pajens e escudeiros reais, em Suas Majestades para reger as Vanidades, deusas de Paus, rainhas e tigresas de papel papal!)
Ao se ler Nietzsche
não se lê o homem,
nem se estabelece na beleza com um diálogo com o homem, porém com a presença do ser no tempo da leitura do filólogo-filósofo no seu tempo de ser concebido, entrevisto, grafado, e, no entanto, semi-cognoscível. ( A garrincha arranha a aranha do canto; Garrincha garrancha a garatuja do drible um garrancho sem arranjo da garabulha, garabulho, garavunha, no arrasto geométrico euclidiano. A ginga, o gingado, o samba,
a capoeira ao pé da chuteira que esquece o passe privilegia o drible leva a bola ao êxtase - sem uso de droga).
Não se lê o homem, que é um complexo, torcido pela gravidade,
mas o ser imerso que emerge do homem que não é simples no anacoreta individuado, porém complexo entidade, no emaranhado coletivo, em jângal inexplorado, o qual está sempre em presença, sem encarnação ou reencarnação,
no tempo que queima o ser que reina na república democrática ou na monarquia absoluta ( formas de governo, dietas, regimes, sob os quais nos subjugam pela vigência da violência das leis dos reis e congressos, parlamentos :
Ordenações Afonsinas ( que sina!), Manuelinas, Filipinas, são tudo uma gestão de palavras
encadeadas em concepções prisioneiras do silogismo ou lógica loquaz do político que melhor mente ao povo parvo ) que, inobstante, luta sem luvas,
na contradição do bumerangue, contra o obsoleto no gueto e na cúpula que copula a favor do favo na cornucópia vegetal que tudo nutre
no úbere de onde corre livre rio em riso de leite e mel no anel do sangue em mar rubiáceo, pérolas negras na dor do nadador e da ostra nada ostrogoda. Rúbia peregrina, peregrina nas águas
do mar vermelho tinto - das rubiáceas!
( A garrincha derramava o canoro no foro íntimo do vento; o Garrincha desmantelava o João-de-Barro).
Enquanto vir, assomar, seu ser à janela ( ela aparece à janela do ser
aberto abeto em lugar do luar, "Abies alba!"),
sua imagem no mar... - sei que estará viva, pois o tempo é uma fogueira e o ser da bruxa queimada pela inquisição natural, a qual se reúne em tribunal de nato ofício para bater o martelo das bruxas
e queimar o mar de Omã,
rasgar o mar de Cortez, arrefecer de vez, até a morte por "hipotermia", a corrente oceânica de Humboldt.
( A garrincha cisca; o Garrincha ciscava, criava um cisma, cismava junto ao corpo cálido
da amante cantante que derramava o cântaro - do canto mavioso no samba de voz roufenha, sob coqueiro , lua e rio em cachoeira em cantata - tocada pela fuga em ré maior que Buxtehude retirou do limbo
e Bach requintou).
A Inquisição espanhola de Torquemada, Tomás Torquemada!, no inato ofício que ofende a fenda à frincha, que incha, guincha, garrincha, Garrincha... - um diálogo rotundo rodando na dialética esferóide
que quiçá só no solo da bola que marola
sabe à obediência marinha devida a um rei da bola... Ora, bolas!
- um soberano em fuga para a equação esférica!, universo em um diálogo matemático com a gravidade de um violoncelo a vibrar cordas, senos, co-senos, se não a tocar-se nos dedos do violoncelista em transe.
Transeunte. Transeunte o ser em diálogo com a esfera : Garrincha das sete pernas!, figura arcangélica se gelo em degelo fosse fosco com sete asas fragorosas, querubim, serafim... Será o fim da cambaxirra em "cambagem"?!
Seria o fim da garrinchinha, ainda extante? Corruíra? Curruíra? - o pássaro canoro empós o homem e o artista do drible que fez cantar o poeta em baladas e gestas gentis, indo do Indo lírico ao épico homérico?! Ora,ora,ora! : garrincha canta no campo; Garrincha no campo dançava ou tirava para dançar!... Ah! "Tirava!", João! (Guimarães Rosa!)!
Garrincha fez o diálogo com a bola, foi o gênio, o poeta da bola,
o engenho lúdico; Pelé foi o gênio lúcido do futebol, uma espécie de sardônico "Luciano", muscular, obviamente, a rir na sátira Menipéia, junto a Varrão, da estupidez humana em seu campo de atuação,
literalmente!; Pelé foi o sábio, o doutor em futebol,
o primeiro atleta daquele esporte, o primeiro atleta fora do atletismo olímpico.
Pelé hoje é um macróbio na acepção de idade avançada, mas não para designar o autor romano cujas obras os monges amanuenses,
nos mosteiros, trouxeram aos nossos tempos graças ao seu labor de copistas, para a humanidade - gasta e desgastada por governos de homens (indivíduos) já inúteis há séculos ou milênios chineses, indianos, egípcios...
mas no poder eterno!... Arre! - suas bestas poderosas! ( Ínsitas até no Apocalipse! - Suas quatro bestas montadas e a besta de muitos chifres!).
O diálogo longo com a bola do menino ( a bola sempre é e será do menino!)
ultrapassa o passe, a terra, a atmosfera, a fera que suja por dentro o homem e a mulher com excremento, e o universo inteiro, pois o maior vencedor é o grande amador que venceu o Minotauro no interior de seu labirinto
- por um fio! Um fio da mulher amada, e que ama muito, - Ariadne (" Fio de Ariadne"!, mas não me fio em Ariadne, a mulher a caminho no mar da ilha de Naxos, com velas pretas no navio, a qual estendeu esse amor
na forma de fio (novelo de linha) para guiar o bem-amado para fora do labirinto e matar à luz a temível fera. Contudo, Teseu não amava Ariadne e a deixou a Dionísio, o deus Baco de Roma, na malfadada ilha de Naxos.
( Naxos não é nexos, mas foi lá que Baco(Baco!) manteve relações sexuais com Ariadne, após Teseu a abandonar na ilha até a pé ela receber em vida a coroa cravejada de pedras preciosas e em morte a Corona Borealis).). O vencedor é aquele que venceu a si mesmo no Minotauro que era num labirinto perdido sem espelho para Narciso, até que a amada o despertou de um sono e sonho profundos e improfícuos ao assinalar-lhe com uma luz
no fim do túnel - de onde surge uma criança mais bela que o universo - porque a criança é o amor de Deus dado como presente pelo amor dos dois : quando criados macho e fêmea!
Marcha o macho para a fêmea;
marcha a fêmea para o macho. Marcham. Se marcham! E como marcham! Ávidos.
Para a bola marchava Garrincha, mas a bola não marcha, tampouco sai atrás de uma marchinha de carnaval composra9compota?) por Lamartine Babo,
mas pode ser marchetada por Pelé no âmbito do pé - de moleque. Pé de moleque é doce : pé-de-moleque(no léxico); um pé de moleque no chão é rasto de Saci-Pererê, rasto histórico, imaginário, que talvez tenha virado ( antípodas!) "arrastão".Não?
Todavia, se for dois pés de moleque já se pode dizer que é o rastro de um filho do Brasil, que são inúmeros, inclusive eu, que não deixo rastro de meus pés nem deixei quando era moleque, porque, quiçá, seja nefelibata inveterado
- e de bata.
Garrincha, Garrincha e seu pé de moleque : o pé-de-moleque doce, dulcíssimo para o futebol brasileiro, no braseiro da mãe-preta, no vegetal da mata nativa : a mata Atlântica. Pau-brasil, abrasivo, abrasado, na brasa ainda ardendo no borralho. Pau-de-tinta, natural e cultural... ( Pau-brasil("Caesalpinia echinata Lam.". Na língua indígena: Arabutã, ibirapiranga, ibirapitanga, ibirapitá, orabutã...)).
Garrincha, não obstante, era de outro pau : de Pau Grande, no Rio de Janeiro(Janeiro!), fevereiro... mas não se fala do falo, nem tampouco de sua dimensão. dicionário
dicionario onomástico onomastico filosófico filosofico científico
cientifico enciclopédico enciclopedico etimológico etimologico
etimologia etimo wikcioná´rio wikcionario wikdicionário wikdicionario
verbete glossário glossario terminologia científica cientifica
nomenclatura binomial terminologia nomenclatura taxononia raxinomia vida
obra biografia pinacoteca historiografia lexic léxico lexicografia
O homem é o diálogo entre vivos e mortos pelos signos dos livros e outros ritos antigos, redondos no anel, esféricos na bola, esferóides nas equações que são esferóides. Vá que sejam amuletos contigo,
sortilégios comigo!? ( O diálogo vivo é uma anel de serpente viva, no amplexo consigo mesmo , amplexo de vida e morte na peçonha e no remédio da farmacopéia, no encontro de engenharia química : assim é a vida em movimento circular,
circunferência na inerência que se entorta na esfera graças à força da gravidade que toca as cordas do violoncelo com um violoncelista de pernas tortas, gravetos do sertão tão-tão-João-joão!
Ser humano com distrofia física,
no jargão médico era Garrincha;
homem de coluna e alma reta
na meta que mirava ou minava Garrincha
o ser em pasto posto em pássaro do semi-árido : alma-de-bola, alma-da-bola, alma gabola, ou bola n'alma sem gato ou sapato : chuteiras rotas nas rotas das derrotas e da Vitória Alada de Samotrácia
nas escadarias do Museu do Louvre,
Pinacoteca em Paris, parida, parricida...(parricida!)
( Garrincha não era bem um homem, na acepção do termo para adulto, mas um quase quasar de anjo púbere manejando o banjo pela bola;: manejando o banjo de Manoel
em Manuelinas Ordenações emancipadas
dos reis de Copas, seus pajens e escudeiros reais, em Suas Majestades para reger as Vanidades, deusas de Paus, rainhas e tigresas de papel papal!)
Ao se ler Nietzsche
não se lê o homem,
nem se estabelece na beleza com um diálogo com o homem, porém com a presença do ser no tempo da leitura do filólogo-filósofo no seu tempo de ser concebido, entrevisto, grafado, e, no entanto, semi-cognoscível. ( A garrincha arranha a aranha do canto; Garrincha garrancha a garatuja do drible um garrancho sem arranjo da garabulha, garabulho, garavunha, no arrasto geométrico euclidiano. A ginga, o gingado, o samba,
a capoeira ao pé da chuteira que esquece o passe privilegia o drible leva a bola ao êxtase - sem uso de droga).
Não se lê o homem, que é um complexo, torcido pela gravidade,
mas o ser imerso que emerge do homem que não é simples no anacoreta individuado, porém complexo entidade, no emaranhado coletivo, em jângal inexplorado, o qual está sempre em presença, sem encarnação ou reencarnação,
no tempo que queima o ser que reina na república democrática ou na monarquia absoluta ( formas de governo, dietas, regimes, sob os quais nos subjugam pela vigência da violência das leis dos reis e congressos, parlamentos :
Ordenações Afonsinas ( que sina!), Manuelinas, Filipinas, são tudo uma gestão de palavras
encadeadas em concepções prisioneiras do silogismo ou lógica loquaz do político que melhor mente ao povo parvo ) que, inobstante, luta sem luvas,
na contradição do bumerangue, contra o obsoleto no gueto e na cúpula que copula a favor do favo na cornucópia vegetal que tudo nutre
no úbere de onde corre livre rio em riso de leite e mel no anel do sangue em mar rubiáceo, pérolas negras na dor do nadador e da ostra nada ostrogoda. Rúbia peregrina, peregrina nas águas
do mar vermelho tinto - das rubiáceas!
( A garrincha derramava o canoro no foro íntimo do vento; o Garrincha desmantelava o João-de-Barro).
Enquanto vir, assomar, seu ser à janela ( ela aparece à janela do ser
aberto abeto em lugar do luar, "Abies alba!"),
sua imagem no mar... - sei que estará viva, pois o tempo é uma fogueira e o ser da bruxa queimada pela inquisição natural, a qual se reúne em tribunal de nato ofício para bater o martelo das bruxas
e queimar o mar de Omã,
rasgar o mar de Cortez, arrefecer de vez, até a morte por "hipotermia", a corrente oceânica de Humboldt.
( A garrincha cisca; o Garrincha ciscava, criava um cisma, cismava junto ao corpo cálido
da amante cantante que derramava o cântaro - do canto mavioso no samba de voz roufenha, sob coqueiro , lua e rio em cachoeira em cantata - tocada pela fuga em ré maior que Buxtehude retirou do limbo
e Bach requintou).
A Inquisição espanhola de Torquemada, Tomás Torquemada!, no inato ofício que ofende a fenda à frincha, que incha, guincha, garrincha, Garrincha... - um diálogo rotundo rodando na dialética esferóide
que quiçá só no solo da bola que marola
sabe à obediência marinha devida a um rei da bola... Ora, bolas!
- um soberano em fuga para a equação esférica!, universo em um diálogo matemático com a gravidade de um violoncelo a vibrar cordas, senos, co-senos, se não a tocar-se nos dedos do violoncelista em transe.
Transeunte. Transeunte o ser em diálogo com a esfera : Garrincha das sete pernas!, figura arcangélica se gelo em degelo fosse fosco com sete asas fragorosas, querubim, serafim... Será o fim da cambaxirra em "cambagem"?!
Seria o fim da garrinchinha, ainda extante? Corruíra? Curruíra? - o pássaro canoro empós o homem e o artista do drible que fez cantar o poeta em baladas e gestas gentis, indo do Indo lírico ao épico homérico?! Ora,ora,ora! : garrincha canta no campo; Garrincha no campo dançava ou tirava para dançar!... Ah! "Tirava!", João! (Guimarães Rosa!)!
Garrincha fez o diálogo com a bola, foi o gênio, o poeta da bola,
o engenho lúdico; Pelé foi o gênio lúcido do futebol, uma espécie de sardônico "Luciano", muscular, obviamente, a rir na sátira Menipéia, junto a Varrão, da estupidez humana em seu campo de atuação,
literalmente!; Pelé foi o sábio, o doutor em futebol,
o primeiro atleta daquele esporte, o primeiro atleta fora do atletismo olímpico.
Pelé hoje é um macróbio na acepção de idade avançada, mas não para designar o autor romano cujas obras os monges amanuenses,
nos mosteiros, trouxeram aos nossos tempos graças ao seu labor de copistas, para a humanidade - gasta e desgastada por governos de homens (indivíduos) já inúteis há séculos ou milênios chineses, indianos, egípcios...
mas no poder eterno!... Arre! - suas bestas poderosas! ( Ínsitas até no Apocalipse! - Suas quatro bestas montadas e a besta de muitos chifres!).
O diálogo longo com a bola do menino ( a bola sempre é e será do menino!)
ultrapassa o passe, a terra, a atmosfera, a fera que suja por dentro o homem e a mulher com excremento, e o universo inteiro, pois o maior vencedor é o grande amador que venceu o Minotauro no interior de seu labirinto
- por um fio! Um fio da mulher amada, e que ama muito, - Ariadne (" Fio de Ariadne"!, mas não me fio em Ariadne, a mulher a caminho no mar da ilha de Naxos, com velas pretas no navio, a qual estendeu esse amor
na forma de fio (novelo de linha) para guiar o bem-amado para fora do labirinto e matar à luz a temível fera. Contudo, Teseu não amava Ariadne e a deixou a Dionísio, o deus Baco de Roma, na malfadada ilha de Naxos.
( Naxos não é nexos, mas foi lá que Baco(Baco!) manteve relações sexuais com Ariadne, após Teseu a abandonar na ilha até a pé ela receber em vida a coroa cravejada de pedras preciosas e em morte a Corona Borealis).). O vencedor é aquele que venceu a si mesmo no Minotauro que era num labirinto perdido sem espelho para Narciso, até que a amada o despertou de um sono e sonho profundos e improfícuos ao assinalar-lhe com uma luz
no fim do túnel - de onde surge uma criança mais bela que o universo - porque a criança é o amor de Deus dado como presente pelo amor dos dois : quando criados macho e fêmea!
Marcha o macho para a fêmea;
marcha a fêmea para o macho. Marcham. Se marcham! E como marcham! Ávidos.
Para a bola marchava Garrincha, mas a bola não marcha, tampouco sai atrás de uma marchinha de carnaval composra9compota?) por Lamartine Babo,
mas pode ser marchetada por Pelé no âmbito do pé - de moleque. Pé de moleque é doce : pé-de-moleque(no léxico); um pé de moleque no chão é rasto de Saci-Pererê, rasto histórico, imaginário, que talvez tenha virado ( antípodas!) "arrastão".Não?
Todavia, se for dois pés de moleque já se pode dizer que é o rastro de um filho do Brasil, que são inúmeros, inclusive eu, que não deixo rastro de meus pés nem deixei quando era moleque, porque, quiçá, seja nefelibata inveterado
- e de bata.
Garrincha, Garrincha e seu pé de moleque : o pé-de-moleque doce, dulcíssimo para o futebol brasileiro, no braseiro da mãe-preta, no vegetal da mata nativa : a mata Atlântica. Pau-brasil, abrasivo, abrasado, na brasa ainda ardendo no borralho. Pau-de-tinta, natural e cultural... ( Pau-brasil("Caesalpinia echinata Lam.". Na língua indígena: Arabutã, ibirapiranga, ibirapitanga, ibirapitá, orabutã...)).
Garrincha, não obstante, era de outro pau : de Pau Grande, no Tio de Janeiro, fevereiro... mas não se fala do falo, nem tampouco de sua dimensão. dicionário
dicionario onomástico onomastico filosófico filosofico científico
cientifico enciclopédico enciclopedico etimológico etimologico
etimologia etimo wikcioná´rio wikcionario wikdicionário wikdicionario
verbete glossário glossario terminologia científica cientifica
nomenclatura binomial terminologia nomenclatura taxononia raxinomia vida
obra biografia pinacoteca historiografia lexic léxico lexicografia
O homem é o diálogo entre vivos e mortos pelos signos dos livros e outros ritos antigos, redondos no anel, esféricos na bola, esferóides nas equações que são esferóides. Vá que sejam amuletos contigo,
sortilégios comigo!? ( O diálogo vivo é uma anel de serpente viva, no amplexo consigo mesmo , amplexo de vida e morte na peçonha e no remédio da farmacopéia, no encontro de engenharia química : assim é a vida em movimento circular,
circunferência na inerência que se entorta na esfera graças à força da gravidade que toca as cordas do violoncelo com um violoncelista de pernas tortas, gravetos do sertão tão-tão-João-joão!
Ser humano com distrofia física,
no jargão médico era Garrincha;
homem de coluna e alma reta
na meta que mirava ou minava Garrincha
o ser em pasto posto em pássaro do semi-árido : alma-de-bola, alma-da-bola, alma gabola, ou bola n'alma sem gato ou sapato : chuteiras rotas nas rotas das derrotas e da Vitória Alada de Samotrácia
nas escadarias do Museu do Louvre,
Pinacoteca em Paris, parida, parricida...(parricida!)
( Garrincha não era bem um homem, na acepção do termo para adulto, mas um quase quasar de anjo púbere manejando o banjo pela bola;: manejando o banjo de Manoel
em Manuelinas Ordenações emancipadas
dos reis de Copas, seus pajens e escudeiros reais, em Suas Majestades para reger as Vanidades, deusas de Paus, rainhas e tigresas de papel papal!)
Ao se ler Nietzsche
não se lê o homem,
nem se estabelece na beleza com um diálogo com o homem, porém com a presença do ser no tempo da leitura do filólogo-filósofo no seu tempo de ser concebido, entrevisto, grafado, e, no entanto, semi-cognoscível. ( A garrincha arranha a aranha do canto; Garrincha garrancha a garatuja do drible um garrancho sem arranjo da garabulha, garabulho, garavunha, no arrasto geométrico euclidiano. A ginga, o gingado, o samba,
a capoeira ao pé da chuteira que esquece o passe privilegia o drible leva a bola ao êxtase - sem uso de droga).
Não se lê o homem, que é um complexo, torcido pela gravidade,
mas o ser imerso que emerge do homem que não é simples no anacoreta individuado, porém complexo entidade, no emaranhado coletivo, em jângal inexplorado, o qual está sempre em presença, sem encarnação ou reencarnação,
no tempo que queima o ser que reina na república democrática ou na monarquia absoluta ( formas de governo, dietas, regimes, sob os quais nos subjugam pela vigência da violência das leis dos reis e congressos, parlamentos :
Ordenações Afonsinas ( que sina!), Manuelinas, Filipinas, são tudo uma gestão de palavras
encadeadas em concepções prisioneiras do silogismo ou lógica loquaz do político que melhor mente ao povo parvo ) que, inobstante, luta sem luvas,
na contradição do bumerangue, contra o obsoleto no gueto e na cúpula que copula a favor do favo na cornucópia vegetal que tudo nutre
no úbere de onde corre livre rio em riso de leite e mel no anel do sangue em mar rubiáceo, pérolas negras na dor do nadador e da ostra nada ostrogoda. Rúbia peregrina, peregrina nas águas
do mar vermelho tinto - das rubiáceas!
( A garrincha derramava o canoro no foro íntimo do vento; o Garrincha desmantelava o João-de-Barro).
Enquanto vir, assomar, seu ser à janela ( ela aparece à janela do ser
aberto abeto em lugar do luar, "Abies alba!"),
sua imagem no mar... - sei que estará viva, pois o tempo é uma fogueira e o ser da bruxa queimada pela inquisição natural, a qual se reúne em tribunal de nato ofício para bater o martelo das bruxas
e queimar o mar de Omã,
rasgar o mar de Cortez, arrefecer de vez, até a morte por "hipotermia", a corrente oceânica de Humboldt.
( A garrincha cisca; o Garrincha ciscava, criava um cisma, cismava junto ao corpo cálido
da amante cantante que derramava o cântaro - do canto mavioso no samba de voz roufenha, sob coqueiro , lua e rio em cachoeira em cantata - tocada pela fuga em ré maior que Buxtehude retirou do limbo
e Bach requintou).
A Inquisição espanhola de Torquemada, Tomás Torquemada!, no inato ofício que ofende a fenda à frincha, que incha, guincha, garrincha, Garrincha... - um diálogo rotundo rodando na dialética esferóide
que quiçá só no solo da bola que marola
sabe à obediência marinha devida a um rei da bola... Ora, bolas!
- um soberano em fuga para a equação esférica!, universo em um diálogo matemático com a gravidade de um violoncelo a vibrar cordas, senos, co-senos, se não a tocar-se nos dedos do violoncelista em transe.
Transeunte. Transeunte o ser em diálogo com a esfera : Garrincha das sete pernas!, figura arcangélica se gelo em degelo fosse fosco com sete asas fragorosas, querubim, serafim... Será o fim da cambaxirra em "cambagem"?!
Seria o fim da garrinchinha, ainda extante? Corruíra? Curruíra? - o pássaro canoro empós o homem e o artista do drible que fez cantar o poeta em baladas e gestas gentis, indo do Indo lírico ao épico homérico?! Ora,ora,ora! : garrincha canta no campo; Garrincha no campo dançava ou tirava para dançar!... Ah! "Tirava!", João! (Guimarães Rosa!)!
Garrincha fez o diálogo com a bola, foi o gênio, o poeta da bola,
o engenho lúdico; Pelé foi o gênio lúcido do futebol, uma espécie de sardônico "Luciano", muscular, obviamente, a rir na sátira Menipéia, junto a Varrão, da estupidez humana em seu campo de atuação,
literalmente!; Pelé foi o sábio, o doutor em futebol,
o primeiro atleta daquele esporte, o primeiro atleta fora do atletismo olímpico.
Pelé hoje é um macróbio na acepção de idade avançada, mas não para designar o autor romano cujas obras os monges amanuenses,
nos mosteiros, trouxeram aos nossos tempos graças ao seu labor de copistas, para a humanidade - gasta e desgastada por governos de homens (indivíduos) já inúteis há séculos ou milênios chineses, indianos, egípcios...
mas no poder eterno!... Arre! - suas bestas poderosas! ( Ínsitas até no Apocalipse! - Suas quatro bestas montadas e a besta de muitos chifres!).
O diálogo longo com a bola do menino ( a bola sempre é e será do menino!)
ultrapassa o passe, a terra, a atmosfera, a fera que suja por dentro o homem e a mulher com excremento, e o universo inteiro, pois o maior vencedor é o grande amador que venceu o Minotauro no interior de seu labirinto
- por um fio! Um fio da mulher amada, e que ama muito, - Ariadne (" Fio de Ariadne"!, mas não me fio em Ariadne, a mulher a caminho no mar da ilha de Naxos, com velas pretas no navio, a qual estendeu esse amor na forma de fio (novelo de linha) para guiar o bem-amado para fora do labirinto e matar à luz a temível fera. Contudo, Teseu não amava Ariadne e a deixou a Dionísio, o deus Baco de Roma, na malfadada ilha de Naxos. ( Naxos não é nexos, mas foi lá que Baco manteve relações sexuais com Ariadne, após Teseu a abandonar na ilha até a pé ela receber em vida a coroa cravejada de pedras peciosas e em morte a Corona Borealis).). O vencedor é aquele que venceu a si mesmo no Minotauro que era num labirinto perdido sem espelho para Narciso, até que a amada o despertou de um sono e sonho profundos e improfícuos ao assinalar-lhe com uma luz
no fim do túnel - de onde surge uma criança mais bela que o universo - porque a criança é o amor de Deus dado como presente pelo amor dos dois : quando criados macho e fêmea!
Marcha o macho para a fêmea;
marcha a fêmea para o macho. Marcham. Se marcham! E como marcham! Ávidos.
Para a bola marchava Garrincha, mas a bola não marcha, tampouco sai atrás de uma marchinha de carnaval composta(compota?) por Lamartine Babo,
mas pode ser marchetada por Pelé no âmbito do pé - de moleque. Pé de moleque é doce : pé-de-moleque(no léxico); um pé de moleque no chão é rasto de Saci-Pererê, rasto histórico, imaginário, que talvez tenha virado ( antípodas!) "arrastão".Não?
Todavia, se for dois pés de moleque já se pode dizer que é o rastro de um filho do Brasil, que são inúmeros, inclusive eu, que não deixo rastro de meus pés nem deixei quando era moleque, porque, quiçá, seja nefelibata inveterado
- e de bata. dicionário
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Quando minha mãe ia lá em casa ( lá-em-casa!) abria abril bombril, o til, anil em anel... - só fechava a fachada da esposa no sofá soprano com dó o mi fá. Eu Disse :"mãe!, minha mãe!!!" Não evoquei vogal
ou signo linguístico para meu pai, pois mesmo para eu ter casa ainda que de aluguel ele teve que morrer para eu poder crescer,
porquanto antes disso ele apanhava, colhia, coletava, colecionava feito um filatelista todo o sol - para ele! Não sobejava nem peneiras de garimpeiro para tapume solar e para camuflar ao modo de camaleão
a ambição desmedida dele que queria( e tinha!) território, fêmeas, comida e tudo o mais somente para ele usufruir com absoluta exclusividade. Que os outros seres se arranjassem, arranhassem-se na fome, sede e quaisquer outras
necessidades fisiológicas - ou espirituais! ( Meu pai era um louco que não logrou romper o teto do corpo onde estava emparedado vivo ( ou morto?!, tendo sepulcro no corpo, pois sua egolatria doentia
cavara essa cova na carne latejante! Pobre, paupérrimo, miserável homem sem misericórdia, salvo (salvo!) nos seus momentos de hipocrisia. A hipocrisia era sua catarse e sua forma penosa de empatia! E imagine que eu era seu primogênito!
Mas no costume da terra o bem-amado era o benjamim. A primogenitura era instituto judaico. Divino? Ou divinizado pela Torah em letra e espírito!)).
Minha mãe me compreendia, podia eu dizer o que quisesse
que ela não me criticava antes me apoiava solícita
com a verdade a ver verde em todo o coração dela, vegetal do paraíso! ( mãe não tem defeito, senão para o não filho ou filha; defeito de mãe só se for defeito de amor; de resto se tiver algum senão
será como o defeito do coxo ou do maneta, perneta... que nem serão defeitos, mas mero acidente de percurso do ventre ao mundo ou no mundo dos micróbios antes de Sabin saber da poliomielite ( patógeno endêmico)
ou o que equivalha
em outras circunstâncias, pois o mundo é vasto, mas o homem é muito mais vasto que Carlos ou Vasco - da Gama, o capitão-mor ou outro mortal com o mesmo nome em Portugal, que no Brasil só o Clube de Regatas,
que nem é mais Clube de Regatas, senão nominalmente, minha gente ingente em caracteres aristotélicos-aristocráticos!).
Meu pai não, - não me compreendia, antes me repreendia se ao menos adivinhasse algo
mesmo que fosse de bom sobre mim : tal bem ele transmutava em maldade cruenta; se de ruim a crítica acerba
acercava dos olhos que me pareciam bailar de regozijo e tripudiaria para toda a eternidade se eternidade fosse tempo e não apenas tempo mitológico, fabulista, idílico entre amantes, utópico, entre sonhadores na fronha do travesseiro.
Quão ardilosos, pérfidos os seus diatribes!, ó pai da terra!, que agora só se ouve em mim, no escuro do ventre ventríloquo na cova escura e úmida da terra, prisão - no enterro do corpo, que, entretanto, liberta a alma
e o espírito da masmorra física, Ó Pai do Céu! ( Pai nosso...sepultado no azul abobadado de catedral gótica com gárgula!, às vezes engasgada no sangue da garganta cortada do homem cujos gorgomilos não são de pedra). Mãe minha era o ser angelical em casa; eu que sou pai
imagino e sei, percebo sem placebo, o estranho que habita o ninho, o demônio, o diabo doméstico, o ser imperdoável que sou enquanto pai... - Pobre pai! pobre do meu pai! ( Pobres diabos alijados
até da confiança da prole!, somos os pais, mas não os avós que guardam seus avos de favos do tempo hexagonal arquitetado e construído na casa das abelhas com máquinas de mel: os avós tem a sabedoria de avos
da engenharia do mel na poesia vivida, praticada, em práxis).
Cave, cava uma caverna na ala alada da alma em altiplano(altiplano!) para poder observar a cultura e a política doméstica no papel teatral do pai
na civilização ocidental. ( Verás que o que alinho com linho é veraz no alcatraz voejante).