sexta-feira, 16 de novembro de 2012

BÚTIOS (BÚTIOS!) - verbete wikcionário etimologia

Buteo magnirostris -Goias -Brazil-8.jpg
Tive que dar notícia
de que o gavião apareceu.
É compulsão minha
extravasar contumaz curiosidade
sobre aquela ave de rapina suspicaz
caçador assaz tenaz,
sagaz, perspicaz...

Precisava falar com alguém
sobre a ave rapaz,
que fez sua aparição
já faz longo tempo
antes de minha ausência
motivada por molesta doença
e quiçá ausência do gavião-pedrês ( "Buteo nitidus")
de penas enxadrezadas no cinza-claro,
- claro! no tabuleiro de clarividente enxadrista
mestre esgrimista na estratégia e tática tácita.

Por onde anda o gavião,
essa ave falconiforme,
fora dos estratos mentais dos zoólogos!?
Em que ninho-nicho ecológico
se furtará do ornitólogo (ornitólogo!),
logo agora que é tempo
e momento templo
varrido pelo vento
dos crisântemos
que não temos?!
Fugiu dos zoológicos do zoólogos!
- Numa fuga quase impossível,
mas passível...)

Aquele gavião sempre aparecia aqui
voava procurando o espelho
da janela de vidro
e se mirava sem noção de Narciso
buscando a efígie da fêmea
a qual viria a ser a visão sem cosmovisão
refletida na vidraça batida e temperada
com o corpo débil de miríades
de  mariposas e insetos dispersos
em cego planar pelos caminhos desmanchados
pela borrasca furibunda no sopro do oboé do vento
que sopra o anjo
na bolha de sabão das crianças
em lúdico entretenimento
sem a libido...

Sumiu uns tempos,
aquele gavião-rapina,
e nem sei se é o mesmo
o que vejo sem pejo
de asseverar que é a mesma ave
de outrora na aurora de outros olhos
então nem tanto tempo de antanho assim,
ó jasmim-de-cheiro em mim!

Planando, o gavião-do-mangue,
não deixou nota para o ornitólogo
sobre planejamento-jumento para voar livre
de sua ciência "frígida" na frigideira.
 
Em muitos atos
o gavião não é objeto da ornitologia
nem tampouco da zoologia
ou das vozes da vida na biologia :
o gavião só é objeto abjeto
dessas vozes (nomenclatura)
para aves falconiformes
na zoologia e na voz maviosa
para atrair aves passariformes também
quando ouvem o ovo novo do bimbalhar
dos sinos de Belém
pequenina da judéia
no natal de Jesus!
( Estrela rutilante no caminho escuro dos homens!)

O gavião-belo
 independe em seu ser de ave navegante
dos atos do ornitólogo,
do pipilar dos zoólogos
e do chilreio matinal dos biólogos
com o logos logo ali
no conhecimento que não  pensa
a ferida de morte
o corte da vida
ceifada em tenra idade.

O gavião a planar
( Não a aquaplanar!)
foi a outra latitude
no risco da terra imaginária
para se livrar do conhecimento em frangalhos
dos impudicos ornitólogos
de cantos putrescentes :
cantos contra a vida-poeta
do poeta lírico que escreveu
toda a sua filosofia rapineira
em versos alelos aos genes
na cor do amarelo
dos frutos maduros e indeiscentes
e das folhas lanceoladas no chão outonal
em outro tom de Vivaldi com violinos em hinos
ao vetusto tempo.

O gavião está fora do tempo
- não é intrínseca ao tempo do verbo;
extrínseca é a ave-nave
do tempo verbal, verbalizado.
(Ave-Maria! : Ave, César!)
Por conseguinte, voou para dentro da ideia
que é uma das formas do tempo ( a ideia!)
-para o interior da ideia de ave de rapina
intrínseca ao pensamento de Platão.
Outrossim, não foi achado achatado
na determinação do artigo
que leva à ideia a uma dieta
de indeterminação ou determinação do indivíduo em tela.

O gavião é um avião
que se refugiou num tempo real
de Gavião-real  ( "Harpia harpyja") :
Está íntegro no tempo da intempérie,
da procela que procede em latim
e precede o tempo abstrato
ao jugo da norma para as desinências verbais,
enquanto no quanto do tempo real
o gavião voa com as procelárias
em bando fictício
ou no mesmo tempo em ato de outros búteos biltres,
biltres bútios(bútios!),
em dueto de asas abertas à ventania
ao sopro de Éolo no moinho
rodando a paz nas pás
a raspar e rasgar o rapaz sagaz,
assaz no bútio perspicaz,
mas não falaz
como o soldado sem soldo em paz romana.

O gavião-real leal
se eleva na corrente de ar quente
  -"Sursum corda"!...
 
nomenclatura binomial wikcionário glossário verbete léxico lexicografia história geografia ornitologia ornitologo zoologia zoologo biologia biologo botanico botanico terminologia cientifica dicionário cientifico filosofico etimologia etimologia etimo enciclopedia encielopedico vda obra biografia poesias poemas literatura mitologia ave  arte ciencia filosofia cientista sursum corda latim pax antologia poética pinacoteca

PROCELÁRIAS (PROCELÁRIAS!) - verbete wikcionário etimologia

Buteo magnirostris -Goias -Brazil-8.jpg
Tive que dar notícia
de que o gavião apareceu.
É compulsão minha
extravasar contumaz curiosidade
sobre aquela ave de rapina suspicaz
caçador assaz tenaz,
sagaz, perspicaz...

Precisava falar com alguém
sobre a ave rapaz,
que fez sua aparição
já faz longo tempo
antes de minha ausência
motivada por molesta doença
e quiçá ausência do gavião-pedrês ( "Buteo nitidus")
de penas enxadrezadas no cinza-claro,
- claro! no tabuleiro de clarividente enxadrista
mestre esgrimista na estratégia e tática tácita.

Por onde anda o gavião,
essa ave falconiforme,
fora dos estratos mentais dos zoólogos!?
Em que ninho-nicho ecológico
se furtará do ornitólogo (ornitólogo!),
logo agora que é tempo
e momento templo
varrido pelo vento
dos crisântemos
que não temos?!
Fugiu dos zoológicos do zoólogos!
- Numa fuga quase impossível,
mas passível...)

Aquele gavião sempre aparecia aqui
voava procurando o espelho
da janela de vidro
e se mirava sem noção de Narciso
buscando a efígie da fêmea
a qual viria a ser a visão sem cosmovisão
refletida na vidraça batida e temperada
com o corpo débil de miríades
de  mariposas e insetos dispersos
em cego planar pelos caminhos desmanchados
pela borrasca furibunda no sopro do oboé do vento
que sopra o anjo
na bolha de sabão das crianças
em lúdico entretenimento
sem a libido...

Sumiu uns tempos,
aquele gavião-rapina,
e nem sei se é o mesmo
o que vejo sem pejo
de asseverar que é a mesma ave
de outrora na aurora de outros olhos
então nem tanto tempo de antanho assim,
ó jasmim-de-cheiro em mim!

Planando, o gavião-do-mangue,
não deixou nota para o ornitólogo
sobre planejamento-jumento para voar livre
de sua ciência "frígida" na frigideira.
 
Em muitos atos
o gavião não é objeto da ornitologia
nem tampouco da zoologia
ou das vozes da vida na biologia :
o gavião só é objeto abjeto
dessas vozes (nomenclatura)
para aves falconiformes
na zoologia e na voz maviosa
para atrair aves passariformes também
quando ouvem o ovo novo do bimbalhar
dos sinos de Belém
pequenina da judéia
no natal de Jesus!
( Estrela rutilante no caminho escuro dos homens!)

O gavião-belo
 independe em seu ser de ave navegante
dos atos do ornitólogo,
do pipilar dos zoólogos
e do chilreio matinal dos biólogos
com o logos logo ali
no conhecimento que não  pensa
a ferida de morte
o corte da vida
ceifada em tenra idade.

O gavião a planar
( Não a aquaplanar!)
foi a outra latitude
no risco da terra imaginária
para se livrar do conhecimento em frangalhos
dos impudicos ornitólogos
de cantos putrescentes :
cantos contra a vida-poeta
do poeta lírico que escreveu
toda a sua filosofia rapineira
em versos alelos aos genes
na cor do amarelo
dos frutos maduros e indeiscentes
e das folhas lanceoladas no chão outonal
em outro tom de Vivaldi com violinos em hinos
ao vetusto tempo.

O gavião está fora do tempo
- não é intrínseca ao tempo do verbo;
extrínseca é a ave-nave
do tempo verbal, verbalizado.
(Ave-Maria! : Ave, César!)
Por conseguinte, voou para dentro da ideia
que é uma das formas do tempo ( a ideia!)
-para o interior da ideia de ave de rapina
intrínseca ao pensamento de Platão.
Outrossim, não foi achado achatado
na determinação do artigo
que leva à ideia a uma dieta
de indeterminação ou determinação do indivíduo em tela.

O gavião é um avião
que se refugiou num tempo real
de Gavião-real  ( "Harpia harpyja") :
Está íntegro no tempo da intempérie,
da procela que procede em latim
e precede o tempo abstrato
ao jugo da norma para as desinências verbais,
enquanto no quanto do tempo real
o gavião voa com as procelárias (procelárias!)
em bando fictício
ou no mesmo tempo em ato de outros búteos biltres,
biltres bútios,
em dueto de asas abertas à ventania
ao sopro de Éolo no moinho
rodando a paz nas pás
a raspar e rasgar o rapaz sagaz,
assaz no bútio perspicaz,
mas não falaz
como o soldado sem soldo em paz romana.

O gavião-real leal
se eleva na corrente de ar quente
  -"Sursum corda"!...
 
nomenclatura binomial wikcionário glossário verbete léxico lexicografia história geografia ornitologia ornitologo zoologia zoologo biologia biologo botanico botanico terminologia cientifica dicionário cientifico filosofico etimologia etimologia etimo enciclopedia encielopedico vda obra biografia poesias poemas literatura mitologia ave  arte ciencia filosofia cientista sursum corda latim pax antologia poética pinacoteca

INDEISCÊNCIA - verbete wikcionário etimologia

Buteo magnirostris -Goias -Brazil-8.jpg
Tive que dar notícia
de que o gavião apareceu.
É compulsão minha
extravasar contumaz curiosidade
sobre aquela ave de rapina suspicaz
caçador assaz tenaz,
sagaz, perspicaz...

Precisava falar com alguém
sobre a ave rapaz,
que fez sua aparição
já faz longo tempo
antes de minha ausência
motivada por molesta doença
e quiçá ausência do gavião-pedrês ( "Buteo nitidus")
de penas enxadrezadas no cinza-claro,
- claro! no tabuleiro de clarividente enxadrista
mestre esgrimista na estratégia e tática tácita.

Por onde anda o gavião,
essa ave falconiforme,
fora dos estratos mentais dos zoólogos!?
Em que ninho-nicho ecológico
se furtará do ornitólogo (ornitólogo!),
logo agora que é tempo
e momento templo
varrido pelo vento
dos crisântemos
que não temos?!
Fugiu dos zoológicos do zoólogos!
- Numa fuga quase impossível,
mas passível...)

Aquele gavião sempre aparecia aqui
voava procurando o espelho
da janela de vidro
e se mirava sem noção de Narciso
buscando a efígie da fêmea
a qual viria a ser a visão sem cosmovisão
refletida na vidraça batida e temperada
com o corpo débil de miríades
de  mariposas e insetos dispersos
em cego planar pelos caminhos desmanchados
pela borrasca furibunda no sopro do oboé do vento
que sopra o anjo
na bolha de sabão das crianças
em lúdico entretenimento
sem a libido...

Sumiu uns tempos,
aquele gavião-rapina,
e nem sei se é o mesmo
o que vejo sem pejo
de asseverar que é a mesma ave
de outrora na aurora de outros olhos
então nem tanto tempo de antanho assim,
ó jasmim-de-cheiro em mim!

Planando, o gavião-do-mangue,
não deixou nota para o ornitólogo
sobre planejamento-jumento para voar livre
de sua ciência "frígida" na frigideira.
 
Em muitos atos
o gavião não é objeto da ornitologia
nem tampouco da zoologia
ou das vozes da vida na biologia :
o gavião só é objeto abjeto
dessas vozes (nomenclatura)
para aves falconiformes
na zoologia e na voz maviosa
para atrair aves passariformes também
quando ouvem o ovo novo do bimbalhar
dos sinos de Belém
pequenina da judéia
no natal de Jesus!
( Estrela rutilante no caminho escuro dos homens!)

O gavião-belo
 independe em seu ser de ave navegante
dos atos do ornitólogo,
do pipilar dos zoólogos
e do chilreio matinal dos biólogos
com o logos logo ali
no conhecimento que não  pensa
a ferida de morte
o corte da vida
ceifada em tenra idade.

O gavião a planar
( Não a aquaplanar!)
foi a outra latitude
no risco da terra imaginária
para se livrar do conhecimento em frangalhos
dos impudicos ornitólogos
de cantos putrescentes :
cantos contra a vida-poeta
do poeta lírico que escreveu
toda a sua filosofia rapineira
em versos alelos aos genes
na cor do amarelo
dos frutos maduros e indeiscentes ( indeiscência?!...)
e das folhas lanceoladas no chão outonal
em outro tom de Vivaldi com violinos em hinos
ao vetusto tempo.

O gavião está fora do tempo
- não é intrínseca ao tempo do verbo;
extrínseca é a ave-nave
do tempo verbal, verbalizado.
(Ave-Maria! : Ave, César!)
Por conseguinte, voou para dentro da ideia
que é uma das formas do tempo ( a ideia!)
-para o interior da ideia de ave de rapina
intrínseca ao pensamento de Platão.
Outrossim, não foi achado achatado
na determinação do artigo
que leva à ideia a uma dieta
de indeterminação ou determinação do indivíduo em tela.

O gavião é um avião
que se refugiou num tempo real
de Gavião-real  ( "Harpia harpyja") :
Está íntegro no tempo da intempérie,
da procela que procede em latim
e precede o tempo abstrato
ao jugo da norma para as desinências verbais,
enquanto no quanto do tempo real
o gavião voa com as procelárias
em bando fictício
ou no mesmo tempo em ato de outros búteos biltres,
biltres bútios,
em dueto de asas abertas à ventania
ao sopro de Éolo no moinho
rodando a paz nas pás
a raspar e rasgar o rapaz sagaz,
assaz no bútio perspicaz,
mas não falaz
como o soldado sem soldo em paz romana.

O gavião-real leal
se eleva na corrente de ar quente
  -"Sursum corda"!...
 
nomenclatura binomial wikcionário glossário verbete léxico lexicografia história geografia ornitologia ornitologo zoologia zoologo biologia biologo botanico botanico terminologia cientifica dicionário cientifico filosofico etimologia etimologia etimo enciclopedia encielopedico vda obra biografia poesias poemas literatura mitologia ave  arte ciencia filosofia cientista sursum corda latim pax antologia poética pinacoteca

INDEISCENTES (INDEISCENTES!) - verbete wikcionário etimologia

Buteo magnirostris -Goias -Brazil-8.jpg
Tive que dar notícia
de que o gavião apareceu.
É compulsão minha
extravasar contumaz curiosidade
sobre aquela ave de rapina suspicaz
caçador assaz tenaz,
sagaz, perspicaz...

Precisava falar com alguém
sobre a ave rapaz,
que fez sua aparição
já faz longo tempo
antes de minha ausência
motivada por molesta doença
e quiçá ausência do gavião-pedrês ( "Buteo nitidus")
de penas enxadrezadas no cinza-claro,
- claro! no tabuleiro de clarividente enxadrista
mestre esgrimista na estratégia e tática tácita.

Por onde anda o gavião,
essa ave falconiforme,
fora dos estratos mentais dos zoólogos!?
Em que ninho-nicho ecológico
se furtará do ornitólogo (ornitólogo!),
logo agora que é tempo
e momento templo
varrido pelo vento
dos crisântemos
que não temos?!
Fugiu dos zoológicos do zoólogos!
- Numa fuga quase impossível,
mas passível...)

Aquele gavião sempre aparecia aqui
voava procurando o espelho
da janela de vidro
e se mirava sem noção de Narciso
buscando a efígie da fêmea
a qual viria a ser a visão sem cosmovisão
refletida na vidraça batida e temperada
com o corpo débil de miríades
de  mariposas e insetos dispersos
em cego planar pelos caminhos desmanchados
pela borrasca furibunda no sopro do oboé do vento
que sopra o anjo
na bolha de sabão das crianças
em lúdico entretenimento
sem a libido...

Sumiu uns tempos,
aquele gavião-rapina,
e nem sei se é o mesmo
o que vejo sem pejo
de asseverar que é a mesma ave
de outrora na aurora de outros olhos
então nem tanto tempo de antanho assim,
ó jasmim-de-cheiro em mim!

Planando, o gavião-do-mangue,
não deixou nota para o ornitólogo
sobre planejamento-jumento para voar livre
de sua ciência "frígida" na frigideira.
Em muitos atos
o gavião não é objeto da ornitologia
nem tampouco da zoologia
ou das vozes da vida na biologia :
o gavião só é objeto abjeto
dessas vozes (nomenclatura)
para aves falconiformes
na zoologia e na voz maviosa
para atrair aves passariformes também
quando ouvem o ovo novo do bimbalhar
dos sinos de Belém
pequenina da judéia
no natal de Jesus!
( Estrela rutilante no caminho escuro dos homens!)

O gavião-belo
 independe em seu ser de ave navegante
dos atos do ornitólogo,
do pipilar dos zoólogos
e do chilreio matinal dos biólogos
com o logos logo ali
no conhecimento que não  pensa
a ferida de morte
o corte da vida
ceifada em tenra idade.

O gavião a planar
( Não a aquaplanar!)
foi a outra latitude
no risco da terra imaginária
para se livrar do conhecimento em frangalhos
dos impudicos ornitólogos
de cantos putrescentes :
cantos contra a vida-poeta
do poeta lírico que escreveu
toda a sua filosofia rapineira
em versos alelos aos genes
na cor do amarelo
dos frutos maduros e indeiscentes (indeiscentes!)
e das folhas lanceoladas no chão outonal
em outro tom de Vivaldi com violinos em hinos
ao vetusto tempo.

O gavião está fora do tempo
- não é intrínseca ao tempo do verbo;
extrínseca é a ave-nave
do tempo verbal, verbalizado.
(Ave-Maria! : Ave, César!)
Por conseguinte, voou para dentro da ideia
que é uma das formas do tempo ( a ideia!)
-para o interior da ideia de ave de rapina
intrínseca ao pensamento de Platão.
Outrossim, não foi achado achatado
na determinação do artigo
que leva à ideia a uma dieta
de indeterminação ou determinação do indivíduo em tela.

O gavião é um avião
que se refugiou num tempo real
de Gavião-real  ( "Harpia harpyja") :
Está íntegro no tempo da intempérie,
da procela que procede em latim
e precede o tempo abstrato
ao jugo da norma para as desinências verbais,
enquanto no quanto do tempo real
o gavião voa com as procelárias
em bando fictício
ou no mesmo tempo em ato de outros búteos biltres,
biltres bútios,
em dueto de asas abertas à ventania
ao sopro de Éolo no moinho
rodando a paz nas pás
a raspar e rasgar o rapaz sagaz,
assaz no bútio perspicaz,
mas não falaz
como o soldado sem soldo em paz romana.

O gavião-real leal
se eleva na corrente de ar quente
  -"Sursum corda"!...
 
nomenclatura binomial wikcionário glossário verbete léxico lexicografia história geografia ornitologia ornitologo zoologia zoologo biologia biologo botanico botanico terminologia cientifica dicionário cientifico filosofico etimologia etimologia etimo enciclopedia encielopedico vda obra biografia poesias poemas literatura mitologia ave  arte ciencia filosofia cientista sursum corda latim pax antologia poética pinacoteca

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

ZIGUEZAGUE (poesia em zigue-zague de cobra) - etimologia

O sinuoso silêncio da serpente
desenha inaudível signo-senóide

em pêndulo de morte

- pêndulo de Foucault


O insidioso silêncio da serpente...

leva ao jardim edênico

e faz descair almas no Hades

onde há-de ir todo indivíduo terrenal


O silente silvo da víbora

oculta na folha da vide

escarnece a vida em carne viva

com a morte na peçonha

mesclada ao elixir da vida

que mata na mata

e cura à saracura

e ao cura na Cúria

no limiar do miar

do gato gago ao galgo


O silvo na selva

da cobra silvestre

se enrosca na brisa

em amplexo senoidal

de ondas no movimento

nada lento do seu corpo

escamoso, flexuoso, tortuoso...


A picadura da mamba negra

abre a boca da noite escura

para a alma alarmada

libertando-a do jugo físico

- horto morto


No Santo ofício destes ofídios

a arte de ofender e matar

é um ofício oficial e oficioso

se se transplantar a planta da cobra

para a cultura "xamanística"

ou quiçá de Sá Carneiro

holística ou mística

no bastão ( brasão) de Esculápio

que cura e morre

que este deus não é imortal

e vem se consonar

com o silogismo cruel do filósofo


Nos riscos que narram mitos

no véu negro

que cobre a cabeça da mulher,

na noite obscurecida

pela alma de Joan Miró,

o Serpentário parte em cabeça e cauda

a Constelação  da Serpente

narrando o inenarrável mito

do deus Esculápio,

patrono da medicina,

porquanto na peçonha da víbora

está a a diferença entre vida e morte

e toda a farmacopéia.


A Cabeleira da Berenice

é o mito narrado em riscos

que tracejam aglomerados constelares

no céu noturno

e depois desce lépido

com pincéis e pastéis

a  tingir os cabelos da mulher,

véu nigérrimo e exuberante

no tempo do viço :

Coroa Boreal

"Corona Borealis"

as madeixas negras

que coroam em rainha

toda  mulher na noite

- A noite bela dela

está no vigor de seus cabelos bastos!

Negror a mergulhar,

mar a amar...


Cássia, Cássia, Cassiopéia! :

a planta da mulher

cujo  silvo e hemotoxina é produzido

e engarrafado nos silos da clorofila

na raiz-terra

( radical do radical no eco :

casa do ser

a rastejar e esvoaçar

entre o a serpente e o homem)

onde se esconde a víbora letífera

de peçonha neurotóxica

e se mostra na mostra dilucular

o céu (véu, chapéu, capuz, gorro, solidéu...)

a coroar esta rainha

com Coroa Boreal constelada

aonde a senhora e virgem mítica,

na geometria imaculada

da Virgem Maria do geômetra cosmológico,

em divina Conceição ( concepção),

que simboliza a mulher em todas as faixas etárias,

pisa a cabeça da serpente

no céu preclaro do cristão

e também do mouro e judeu,

pois o céu foi Deus quem deu

para coroar todas as cabeças descobertas

sem corolários

ou presunção de verdade


Cássia, Cássia, Cassiopéia:

o amor está nos olhos

quedos neste brinquedo,

folguedo...

- neste folgar!


( Ei-la! : a poesia em ziguezague ( zigue-zague) de cobra

um serpentear pela água do rio

que desemboca no ar 

em ondas senoidais).


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domingo, 11 de novembro de 2012

FEÉRICAS - etimologia


Mister (é) inventar a paz
ou descobrí-la lá onde brilha e canta :
descobrí-la no colibri, lá na brisa,
cobrí-la na aragem natural
que corre mundo
até onde vai o mundo
e chega ao fim-do-mundo
para o indivíduo duo,
- dual em dueto;
solista, solipsista
ou em coro angélico no cantochão,
a consonar com a paz
anagógica na figura da pomba cubista de Picasso,
tonante na caixa de ressonância do violão,
em bandos de banjos
à mão ( às macheias!) e nos dedos dos anjos,
anjos-dáctilos ...
que dedilham banjos anchos

( ganchos, Sanchos Pança...)
...
- por Júpiter...! Capitolino,
no monte com mote do deus
em tempo e templo Capitólio,
no teatro, anfiteatro, município
das minas gerais do pobre Aphonsus
a ouvir os responsos dos sinos
em ais nas catedrais drásticas
nas atitudes dos gárgulas em Notre-Dame...

 
( Ah! há a paz nos vegetais, deveras...
Aloé, Cássia! : "Aloe vera! ).

Mas mais: e muito mais e mas
para maior glória da paz
e "ad majorem Dei gloriam" ,
cujo acrônimo é AMDG
lema que frutifica em lima (laranja)
na santa Sociedade de Jesus,
sempre em companhia de Jesus
desde o basco santo Ignácio de Loyola :
paz por dentro e por fora do homem
tal qual no vitral exegético da catedral
gótica ilustrada, exegética,
em teologia lunar,
teogonia solar
e epifania de luz
de Jesus em agonia na cruz
e na luz que nada na via crucis,
"crucis" via do dia-a-dia
que nada adia
no medrar sem medo das três crucíferas
graças às três graças
e as três garças
originárias da munificência divina
e também, após o pó de Belém,
 em Canova esculpida...
- quase em vida na pedra deste outro Pigmalião!

 

( Oh! ò Vera,
aloé, Vera!
( "Aloe vera"),
a paz na mulher
é "vera" no latim
que late "Aloé vera"
quando nomeia a babosa
( "Aloe vera" ),
mas ama Vera, deveras,
porque a babosa é um bálsamo
e tem apenas relação plantar com a Cássia
( "Cinnamomum cassia"
ou "Cinnamomum aromaticum")
ou a acácia enfunada em flor :
a verdade do latim
e a mendacidade na mulher
em latitude latina
e atitude floral...).
Mister, ego,
ego meu, egocêntrico,
que haja preeminência da paz
ao longo e além da envergadura da asa da pomba
em dulcíssimo tatalar em voo
sobre a cabeça de Jesus recém-batizado por João
coroando com o lilás da trombeta de anjo
exuberante na glória matutina
prefigurando já na manhã sã, malsã,
um reino de amor
porquanto a paz é o mesmo que o amor
com outras nuances na palavra,
em outra acepção
e atitudes, gestos, atos humanos...:
a paz não cabe numa palavra,
numa locução verbal ou nominal,
nem em muitas frases,
nem tampouco nas orações dos livros longos e sagrados
com todos os tomos

( tomos que somos nos alfarrábios

côlonias de traça e caruncho )
que o mulos carregam nos lombos,
pois se assim fosse o fosso
o mar vermelho não daria passagem
sem profundo pesar do pélago
aos pés enxutos dos judeus errantes
que acorriam ao mar
que late a escarlate em policromia
mas não mia
nem tampouco mama
senão em italiano
belo idioma que chora e mama
na poesia de Tasso, passo a passo
com o calor do Vesúvio...
Se assim o fosso fosse
o Rubicão secaria ( transudaria?) os pés de César
antes da travessia e ante a travessura
que César faria
( Ou César fará?! ).

 
A natureza sabe e fabrica essa paz amorosa
ornada até no mel de flor de laranjeira
ou no ato do predador,
da besta atrás do alimento
e não de matar por puro ato gratuito ;
contudo, nós, humanos,
vê-la ( à paz) podemos
apenas pela vela a velar os olhos
com o véu das luzes diáfanas,
feéricas ( feericas), com cores tamisadas
nos vitrais das catedrais góticas,
ou em trevas densas, pesarosas,
onde não podemos ver...
ou mesmo antes das luzes estivais e trevas espessas
no xadrez das barras do dia e da noite
a apascentar a alma com luminárias :
templo em tempo de lusco-fusco
ao sabor, a saber, amargo nas boninas,
bonitas em Anitas.

 
( A paz assente no belo
na beleza da alma e corpo são,
em plenilúnio de lua, sol e sal (mineral),
porquanto o corpo são produz a alma sã,
com a mente sã sumo e unguento aguento
e vice-versa enquanto o campeão, o vencedor prosa.
A mesma paz ausente
do bello gálico
porque paz não é pus ).

Quiçá juntando razão e paixão
façamos o amor brotar
nas vergônteas que brotam da paixão de Eros,
à erótica, no sensualismo do amor,
ou na erupção exuberante da paixão ágape.

( Havia a via crucis
com uma paz de pinha
na poesia inebriante, inebriada de Paul Verlaine
e do Paul dos Beatles,
besouros de ouros,
escaravelhos dos velhos hieróglifos,
insígnias, selos, cartuxos dos faraós do Egito
tais coleópteros).

 
Unindo amor e racionalidade
talvez possamos por,
enquanto ser alienado de nós,
o amor no mundo,
não apenas na alienação do mito,
mas como realização da práxis
- não de Marx,
nada de Marx
que sua utopia pia
fez na foz;
tampouco de romana pax
- não de Marx,
e sua entropia
que antevia aquilo que em "crucis via"
era do vozerio do profeta a via
dolorosa que havia
antes do ato em "persona"
de criar sua utopia
sem o "pathos" da criança Sofia,
que tem um pacto de amor com a paz.
 
( Paul , o grande paul,
amo o paul imenso,
profundo como o sono dos justos,
acertados em saúde;
o paul esparso em garça e saracura,
algo altas peraltas ...:
Pernaltas?!
Perna longa, perna-de-pau...
Perna de paul!)
Mister criar a paz ingente
nas gentes, urgente nos agentes,
ao invés de obnubilá-la
no lá lá lá nu do blá blá blá blau
a obnubilar a paz cá e lá.

( Cá já há a paz.
Caju lá e paz de Alá lá.
Cá...cá, lá o lá lá lá da paz
dita, maldita no maldito Modigliani
e no tio Sam, suntuoso,
ungulado na besta...: besteira!).

Paz no pacífico
oceano que ano a ano amo
sem recorrer a pacifismo
ou outra doutrina para embalar surfista em onda...:
a paz é a rainha de Nossa Senhora de Fátima!,
porém não de Lourdes,
que é minha mãe
- Maria de Lourdes
filha de Castro
e cônjuge de Gribel.
Gilson, meu pai,
meu filho
e meu espírito santo,
o consolador
que Jesus deixou
em sua imensa piedade....
e mansidão de rio doce
onde mana maná de leite e mel,
não no leito,
mas no leite que emana da fonte de Lourdes...

 
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

PAUL - etimologia

Gostaria de deixar um filho com ela
a medrar dentro do seu paul :
Paul ou Saul ou Raul .
Um menino bem-nascido
que tenha o estro de Manuel Bandeira,
mas não desfralde bandeiras
ou creia nelas
tampouco nas gestas históricas ou lendárias...
- que todas são lendárias,
mitos da pré-história
tempo de nenhuma língua na boca
ou escrita à mão de um Santo Antão,
certo santo ermitão de então,
de antanho.
Que seja antes de todo o tempo
um rei da alegria
pois quem tem alegria tem paz
e quem tem paz
esculpe a serenidade em corpo e mente,
escultora do corpo anatômico
( a mente é o corpo fisiológico
que divide o homem ao meio
com a mulher na meia )
plasma um espírito sereno
sem chapéu para apanhar de concha
o orvalho ("sereno") da madrugada
que canta no canto de Jorge Ben Jor
num pé só
porém não de saci-pererê
porquanto poderia ribombar
esse dizer
na hipocrisia "estapafúrdia"
do "politicamente correto"
quando quase nada,
de fato e de direito,
é politicamente correto
na política,
porquanto "pau torto que nasce torto..."
de tanto se banhar ao sol!,
clemente, inclemente...
"morre torto".
 
Uma criança que poderá
vir-a-ser um virtuose ao piano
ou um filósofo cético
sem filosofia rebuscada;
um incréu "moderado"
porque qualquer e toda crença
só traz desavença
quando não livra o espírito de pertença
antes o institui,
sopra em bolha, estatui...
pois o mundo maniqueu
entre Deus
e o diabo
é o territória da crença :
terra aflita
em conflito...

Uma criança que diga
com giga
bytes de potência:
"Sursum corda"!
aos corações dos homens ( e mulheres!)
sem corda
na rabeca;
sem acordes
- sem acordar ...

 
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