terça-feira, 16 de novembro de 2010

INATO INCAUTO(wikipedia wik dicionario inato incauto wikipedia wik dicionario )



O homem deve ser sábio /
e não estúpido /

O sábio é que prova a vida /

toma na língua o gosto da vida /
- na língua na pele nos olhos recolhe o ser /
escondido nas coisas /

- o sábio é o homem em sua plenitude /
é o Buda em algumas culturas /

o guru em outras /
o profeta, o poeta , o filósofo /
o gênio o inventor o cientista /
consoante o contexto escrito para a civilização /
que o honra e vive sob seu comando inteligente /
( o comando estúpido para a guerra /
fica para os políticos estúpidos /
que se utilizam do incauto homem comum /
e dos artefacto do sábio /
para dominar os homens infantilizados ) /
que compõem a mole ou massa do povo ) /

Todo sábio é também um erudito inato /
uma vez que a erudição é o vasto conhecimento sobre livros /

e o que há nos alfarrábios /

que são signos e símbolos /
e pedaços dos diálogos das várias línguas /
dos idiomas que migram tanto quanto os homens /
e falam em todas as línguas /
põe sua voz nas mais remotas línguas da terra /
o sábio sabe o que há na terra /
- sabe o que há em natureza /
e o que há de língua e linguagem /
e simbologia matemática e algébrica /
expressa sobre a natureza /
nas obras que reflectem o pensamento do homem /
- que é seu ser dado em alguma forma de expressão /
seja matemática ou literária ou filosófica /
( da mescla de signos e símbolos /
sai a poesia e a álgebra ) /

O sábio toma gosto pela vida /
sabe-a por experiência gustativa e táctil /
e pelo pelo que está expresso nas palavras /
- que é a expressão da erudição /

Todo sábio é um poeta / por isso degusta a vida /
usufrui do belo /
percebe-o e o une à erudição /

cria o amor em menino /
deus menino Jesus /
desde o mito grego até o romano /

porquanto o que o sábio carreia da vida /
traz e põe aos pés da mulher /
que é a deusa que realiza o amor /
a fonte primeva da vida /
da paixão e da sabedoria /
inspiração para os feitos do herói /
( inspiração é buscar o ar do arcanjo /
que sopra o oxigênio e outros gases nobres /
em ondas sonoras da sua trombeta /
ou no concerto para trompa de Mozart /
porquanto inspiração também é /
e principalmente é /
pura percepção inovadora /

que inaugura outro mundo /
com a textura de outro tempo /
constituindo e direccionando a energia nos neurônios ) /


Monge, goza da solidão /
extrai a beleza e a sabedoria da solitude /
numa noite em que estrelas olham /
com olho de ciclope /
ou com olhos negros de mulher /

com a alma posta em dois olhos cintilantes /
na saúde da paixão /
rosto emoldura por negros cabelos longos /
em tranças formando as trevas nocturnas /
e os nocturnos de Chopin ao piano /

O sábio é precipuamente um filósofo /
porque ama a vida com a expressão em poesia /
ou quiçá em álgebra /
que chama as musas do mito para a música /
que voa pássaro no ar /
fumando ondas senoidais /
sempre em volutas tanto quanto as gavinhas /
que agarram uvas naquela textura e cor /

que caracteriza o matiz do vinho /

O tolo é o contrário /
é aquele que não usa da vida /
não saboreia nada com a inteligência /
- que saboreia a vida com vocábulos /
chavões os frase feitas /
quer resolver a vida com frases /
assim como fazem alguns escritores da auto-ajuda /
que ajudam somente a si mesmos /
ou expõem sua psicose aos outros psicóticos /

que gozam com o livro alheio /
como se fosse próprio /

O tolo é alienado da vida /
está distante dela dentro de uma redoma /
de vidro inquebrável blindado do mundo e seus microorganismos /
enquanto o sábio vive dentro da vida /
está corajosamente no mundo a cada instante /
sobrevive em em meio à floresta amazônica /

sem precisar de auxílio de algum tolo /
que escreveu um livro com o mapa do tesouro /
ou da saída do jângal /
onde não pisa homem mas capivara /
que vara o caminho por baixo das ervas /
e por cima da azul arara /
abaixando e elevando a plumagem do anil a penas /
com vôo para céus com arcanjos e serafins /
de asas redemoinhadas na cor azul /
endemoinhadas por violinistas celestes /
tentando pousada no verde /
que escuta a vida /
no som do vegetal /
no conjunto musical das ervas e heras /

O sábio é o bio da vida /
o bioma vai dentro e externo a ele /
que vive plenamente /
o ser que é e que constrói a cada barra da alva /

o ser que humaniza o que é divino /
enquanto o papalvo vegeta abaixo das ervas /
ainda antes de descer à cova rasa /
antes de voltar a ser planta rasteira /
já se separou da vida /
da biodiversidade e do amor que grassa em praga /
na alienação que o insula do mundo / e de seu próprio ser /
tomado pela praga de ter /
tudo o que é território /
longos latifúndios /
que tecem seu fim no piso da erva do caminho /
que o sábio pisa rindo feliz /
e que o louco pensa que é dele /
no papel do cartório ou do cartógrafo /
que mensura o país nos intestinos de Hitler /
e outras eclosões infelizes /
arraigado ao subsolo /

O sábio tem somente uma idéia /
que permeia toda sua vida /
leva-a pelo caminho da coerência /
- é como o carácter /
( quem tem duas caras /
ou duas cabeças /
tem duas ou mais idéias vagando no cérebro /
( e no Cérbero da mitologia em vital ) /
e acabam numa guerra atômica /
porquanto não podem fazer dialéctica /
e assim se anulam mutuamente /
uma vez que para se constituir o espaço dialético /
há necessidade de alienação /
de uma idéia partir ou nascer fora do ser pensante que observa o mundo /
para se poder confrontar a tese de um filósofo /
que pôs seu pensamento no mundo /
na forma da melhor idéia ou ideal /
com o ser posto em forma de pensamento /

que o outro sábio colocou na terra como antítese /
da tese do primeiro pensador /

que alienou uma idéia que estava em seu cérebro /
e a pôs no mundo longe do abrigo do seu pensamento ) /

E ai de ti!, miosótis /
que põe um pontilhão de amor /
entre mim e ti! /
para que a alienação /
saia das duas cabeças do psiquiatra /

que são gêmeos siameses /

criados pelo médico e o monstro /
que crassos grassam nas universidades /
para ser e fazer o doutor em hipocrisia /
sem causa ou honra alguma alhures ou algures /

que remontavam o mito de Héracles /
num teatro chinfrim e de linguagem chula /
tudo no calão e no calado /

pois são surdo-mudos /
ou se não tartamudos /
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